UBS eliminará 2 mil empregos em banco de investimentos
da Folha Online
da Efe, em Genebra
O banco suíço UBS, o maior do país e fortemente atingido pela crise das hipotecas de alto risco, anunciou que eliminará 2.000 empregos em seu banco de investimentos nos Estados Unidos e no Reino Unido. Com o corte, chega a 6.000 o número de demitidos desde o ano passado.
Em comunicado, o banco afirmou que outra parte do plano de ajuste afetará a região da Ásia-Pacífico. O UBS afirma que seu banco de investimentos (Investment Bank) deve "se readaptar às condições dos mercados", e por isso abandonará algumas atividades.
"A crise persistente nos mercados financeiros e a nova dinâmica que se iniciou em nosso setor se traduzem, para nosso estabelecimento, na necessidade de adaptar suas atividades. As perspectivas quanto aos benefícios futuros são incertas", disse o presidente diretor-geral do banco de investimentos do UBS, Jerker Johansson.
"Estas medidas vão permitir que nos concentremos em nossos pontos fortes, para levar nossos custos a um nível mais sustentável e posicionar nossas atividades principais para a próxima fase de crescimento", acrescentou.
A entidade anunciou que vai abandonar as atividades no setor das matérias-primas (exceto metais preciosos), além de reduzir fortemente as atividades no setor imobiliário e nos negócios por conta própria.
O UBS é o próximo grande banco a ser afetado pela crise financeira nos EUA que vem causando quebras, prejuízos e problemas a instituições de alcance global. Estão lista tambpem os bancos Citigroup, Lehman Brothers, Washington Mutual, Bear Stearns, Fortis, Merrill Lynch, Wachovia, AIG, além das duas principais empresas do setor hipotecário americano, Fannie Mae e Freddie Mac.
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Ah, esqueci, essas pessoas só passam fome porque nao tiveram a 'tenacidade' para vencer na vida....
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Bem, essa forma de analise discordo. O que Obama fez em relação à crise foi a única opção e não devido a possíveis competências.
Isso acontece no Brasil tambem. Dizem que foi Lula que salvou o Brasil da crise, mas o que ele fez foi nada além de manter a inércia da política brasileira e com um pouco de sorte, deu certo de a crise não pegar tão forte.
Só que ao contrário do Brasil, o eleitorado Norte Americano exige mais, ainda mais depois do desastre de Bush.
Um presidente so quebra um país de for um ditador, caso contrário, setores da sociedade ajudam na tomada de decisões e o setor privado segura as pontas (que é o que acontece nos Estados Unidos e tambem no Brasil)
Inclusive hoje, um presidente não "pesa" tanto na condução de uma boa política de governo.
[]s
Eduardo.
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