Wells Fargo acerta compra do Wachovia por US$ 15,1 bi
da Folha Online
O banco americano Wachovia, quarto maior dos EUA, anunciou nesta sexta-feira a fusão com o Wells Fargo, em uma operação de US$ 15,1 bilhões em troca de ações. A aquisição inclui as operações de varejo do banco --que, segundo anúncio feito na segunda-feira (29), seriam adquiridas pelo Citigroup, com a assistência da FDIC (Corporação Federal de Seguro de Depósito, na sigla em inglês), órgão do governo que garante operações do setor bancário americano.
| Matthew Cavanaugh/Efe |
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| O banco Wachovia, quarto maior dos EUA, anunciou fusão com o Wells Fargo |
Na operação com o Citi --que, segundo o diário americano "The New York Times", estaria sendo agora rejeitada--, o Wachovia ficaria apenas com as operações de varejo em corretagem e em negociações de títulos.
O Wells Fargo, com sede em San Francisco (costa oeste do país) e considerado uma das instituições bancárias mais resistentes à atual crise financeira, disse que a fusão com o Wachovia não vai exigir participação da FDIC ou de qualquer outro órgão do governo. O banco informou que vai levantar US$ 20 bilhões com emissão de ações.
"O anúncio de hoje cria uma das instituições financeiras mais fortes do mundo e é vantajosa para todos os envolvidos com o Wachovia --acionistas, clientes, amigos e comunidades", disse o executivo-chefe do Wachovia, Robert Steel, em um comunicado. "esse negócio nos capacita a manter o Wachovia intacto e a preservar o valor da companhia, sem apoio do governo."
O Wachovia está entre as instituições bancárias mais atingidas pela crise financeira em curso, surgida a partir dos problemas no mercado imobiliário --em particular no segmento de hipotecas "subprime" (que reúne clientes com histórico de problemas com crédito).
Os problemas do Wachovia têm boa parte de sua origem na aquisição da companhia hipotecária Golden West Financial em 2006, por cerca de US$ 25 bilhões, quando o mercado imobiliário ainda estava em um momento de euforia. Com a compra, o Wachovia assumiu US$ 122 bilhões em hipotecas do tipo "Pick-A-Payment", na qual a Golden West era especialista. Nessa modalidade, os mutuários tinham permissão para deixar de fazer alguns pagamentos.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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