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Dinheiro
03/10/2008 - 09h04

Economia da França entra em "recessão técnica", diz ministro

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da France Presse

O ministro do Orçamento da França, Eric Woerth, admitiu nesta sexta-feira que a economia do país entrou em "recessão técnica" após dois trimestres de crescimento negativo, embora tenha insistido que 2008 terminará com um crescimento econômico de 1%.

Segundo previsões do Insee (Instituto de Estatística Francês) divulgadas nesta sexta-feira, o PIB do país registrará um retrocesso de 0,1% no terceiro e no quarto trimestres, depois de ter retrocedido 0,3% no segundo.

"Houve dois trimestres de crescimento negativo, isso se chama recessão técnica. Tivemos um ano de 2008 com um crescimento de 1%, certamente não é muito, é até pouco, mas é crescimento', disse Woerth em Antibes, sudeste da França, onde participava de uma reunião dos parlamentares da UMP (União por um Movimento Popular), partido do presidente Nicolas Sarkozy.

Criticando o "jogo de gato e rato" entre a imprensa e o governo para ver quem pronuncia "a palavra que não deve ser pronunciada" (referindo-se ao termo recessão), Woerth considerou que o "importante é o que fazemos", porque "não podemos estar satisfeitos com um crescimento de 1%".

A recessão se define normalmente como o resultado de pelo menos dois trimestres consecutivos de retrocesso do PIB (Produto Interno Bruto).

O PIB da Irlanda no segundo trimestre teve uma contração de 0,5% no período, depois de uma contração de 0,3% no primeiro. O país se tornou assim o primeiro da zona do euro a entrar em recessão. Segundo o governo, fatores como investimentos de capital, gastos dos consumidores e atividade de construção tiveram queda, derrubando a economia.

Comentários dos leitores
Charles Ribas (4) 09/07/2009 17h04
Charles Ribas (4) 09/07/2009 17h04
Só mesmo na democrática internet, para um cidadão comentar na Folha de S. Paulo, usando a palavra luxúria, tentando se referior ao luxo!
Democracia!!!
sem opinião
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Thiago Lustosa (1) 09/07/2009 14h39
Thiago Lustosa (1) 09/07/2009 14h39
Voltando à história do Vaticano, o seu banco tem 8% dos casinos da Áustria. E ainda querem discordar da abertura dos jogos no Brasil. sem opinião
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J. R. (403) 08/07/2009 13h46
J. R. (403) 08/07/2009 13h46
Crise? Aqui não haverá crise. Nossos trilhões da reserva do tesouro está no FED impresso em verdinhas, sem lastro mas tudo bem. Isso é que é ser solidário. 35 opiniões
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