Economia da França entra em "recessão técnica", diz ministro
da France Presse
O ministro do Orçamento da França, Eric Woerth, admitiu nesta sexta-feira que a economia do país entrou em "recessão técnica" após dois trimestres de crescimento negativo, embora tenha insistido que 2008 terminará com um crescimento econômico de 1%.
Segundo previsões do Insee (Instituto de Estatística Francês) divulgadas nesta sexta-feira, o PIB do país registrará um retrocesso de 0,1% no terceiro e no quarto trimestres, depois de ter retrocedido 0,3% no segundo.
"Houve dois trimestres de crescimento negativo, isso se chama recessão técnica. Tivemos um ano de 2008 com um crescimento de 1%, certamente não é muito, é até pouco, mas é crescimento', disse Woerth em Antibes, sudeste da França, onde participava de uma reunião dos parlamentares da UMP (União por um Movimento Popular), partido do presidente Nicolas Sarkozy.
Criticando o "jogo de gato e rato" entre a imprensa e o governo para ver quem pronuncia "a palavra que não deve ser pronunciada" (referindo-se ao termo recessão), Woerth considerou que o "importante é o que fazemos", porque "não podemos estar satisfeitos com um crescimento de 1%".
A recessão se define normalmente como o resultado de pelo menos dois trimestres consecutivos de retrocesso do PIB (Produto Interno Bruto).
O PIB da Irlanda no segundo trimestre teve uma contração de 0,5% no período, depois de uma contração de 0,3% no primeiro. O país se tornou assim o primeiro da zona do euro a entrar em recessão. Segundo o governo, fatores como investimentos de capital, gastos dos consumidores e atividade de construção tiveram queda, derrubando a economia.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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