Brown propõe fundo de US$ 21,3 bi para atenuar crise financeira
da Efe, em Londres
da Folha Online
O primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, vai propor neste sábado (4) a criação de um fundo europeu de 12 bilhões de libras (US$ 21,3 bilhões) para ajudar pequenas empresas a enfrentarem a crise financeira.
Brown fará a proposta na reunião deste sábado, em Paris, com os líderes de quatro países europeus do G8 (Alemanha, França, Itália e Reino Unido). "Estamos vendo que, à parte das medidas nacionais que estamos tomando, há problemas globais, como o petróleo e a crise do crediário, que precisam de soluções globais", disse Brown, antes de viajar para Paris.
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"Portanto, vou propor hoje aos líderes com os quais me reunirei em Paris que trabalhemos juntos para limpar o sistema [financeiro], tanto nos Estados Unidos como na Europa, onde houve problemas", ressaltou o primeiro-ministro.
"Também vou propor um fundo de 12 bilhões de libras para que as pequenas empresas de nosso país e o resto da Europa possam obter dinheiro de forma imediata e continuar contratando pessoas e fornecendo serviços", disse.
Brown defenderá ainda a fixação de "um calendário de reuniões internacionais para determinar as mudanças que serão promovidas nessas aéreas [do sistema financeiro], que até agora eram fechadas e não transparentes".
O encontro deste sábado foi organizado pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy, que receberá, no Palácio do Eliseu, Angela Merkel (Alemanha), Gordon Brown (Reino Unido) e Silvio Berlusconi (Itália).
Também participarão da reunião os presidentes da Comissão Européia (CE, órgão executivo da UE), do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, e do Eurogrupo (que reúne os ministros de Finanças dos países da zona do euro), Jean-Claude Juncker.
Confronto
Os preparativos para a reunião de Paris foram marcados pela divergência entre os participantes, especialmente sobre a idéia de um fundo europeu para salvar o setor bancário de cerca de 300 bilhões de euros, que foi rapidamente desprezada diante da oposição, sobretudo, de Merkel.
Neste sábado, após encontro com Sarkozy, o diretor-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Dominique Strauss-Kahn, afirmou que a Europa deve adotar uma postura coordenada sobre a crise financeira e países não deveriam mostrar sinais de ação isoladamente.
Nesta sexta-feira, Jean-Claude Trichet disse que a zona do euro vive um momento de "crescimento desacelerado e corre um sério risco de que a situação seja ainda pior". Sobre o plano conjunto, ele disse que as instituições da UE não são adaptadas para lançar um plano de socorro ao sistema bancário a exemplo dos Estados Unidos.
"Um plano similar ao anunciado pelo governo americano não corresponde à estrutura política da Europa", disse o o francês durante entrevista à imprensa. Segundo ele, a União Européia "não tem orçamento federal".
O presidente da Comissão Européia, o órgão executivo da UE, José Manuel Durão Barroso, afirmou nesta semana que é essencial que o bloco europeu enfrente a crise financeira de maneira coordenada.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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