Líderes europeus planejam punição a dirigentes de bancos relacionados a crise
da France Presse, em Paris
da Folha Online
Os líderes das principais economias européias, França, Alemanha, Itália e Reino Unido, se comprometeram a ajudar as instituições financeiras em dificuldades. Entretanto, querem punição para dirigentes dessas empresas. O anúncio foi feito neste sábado (4), depois de reunião realizada em Paris.
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Os chefes de Estado ou governo destes países desejam realizar uma reunião internacional o mais rápido possível para revisar as regras do capitalismo financeiro, segundo afirmou o presidente da França, Nicolas Sarkozy.
O presidente francês disse ainda que, no caso de apoio dos poderes públicos a um banco em dificuldades, os quatro países "se comprometem a que os dirigentes das instituições que fracassaram sejam punidos".
"Em caso de apoio público a um banco em dificuldades, cada Estado membro presente nesta reunião se compromete a que os dirigentes que fracassaram sejam punidos e que os acionistas compartilhem igualmente o peso da intervenção", declarou.
A respeito de outras iniciativas, Sarkozy --presidente em exercício da UE (União Européia)-- afirmou que "a Comissão Européia terá que provar sua flexibilidade na aplicação das regras em matéria de ajuda estatal às empresas, assim como nos princípios do mercado único". Sarkozy disse ainda que "a aplicação do pacto [europeu] de estabilidade e crescimento devem refletir as circunstâncias excepcionais nas quais nos encontramos".
Cenário
A reunião, convocada pelo presidente francês, teve como participantes a chanceler alemã, Angela Merkel, e os primeiros-ministros britânico, Gordon Brown, e italiano, Silvio Berlusconi.
Os preparativos para a reunião de Paris foram marcados pela divergência entre os participantes, especialmente sobre a idéia de um fundo europeu para salvar o setor bancário de cerca de 300 bilhões de euros, que foi rapidamente desprezada diante da oposição, sobretudo, de Merkel. Ao final da reunião, a idéia acabou mesmo não vingando.
Neste sábado, após encontro com Sarkozy, o diretor-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Dominique Strauss-Kahn, afirmou que a Europa deve adotar uma postura coordenada sobre a crise financeira e países não deveriam mostrar sinais de ação isoladamente.
Nesta sexta-feira, Jean-Claude Trichet disse que a zona do euro vive um momento de "crescimento desacelerado e corre um sério risco de que a situação seja ainda pior".
O presidente da Comissão Européia, o órgão executivo da UE, José Manuel Durão Barroso, afirmou nesta semana que é essencial que o bloco europeu enfrente a crise financeira de maneira coordenada.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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