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Dinheiro
05/10/2008 - 19h39

Governo alemão e bancos concedem US$ 69 bilhões a banco

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da Efe, em Berlim

O governo alemão e bancos privados fecharam neste domingo um novo pacote de ajuda ao banco hipotecário alemão Hypo Real Estate (HRE) no valor de 50 bilhões de euros (cerca de US$ 69 bilhões ou R$ 141,3 bilhões), informaram fontes das negociações.

Veja os efeitos sobre a Europa da crise financeira nos EUA.

Segundo o Ministério de Finanças alemão, os bancos se comprometeram a conceder um crédito adicional de 15 bilhões de euros que se soma aos 35 bilhões de euros acordados por Estado e bancos há uma semana.

Com a medida, espera-se devolver ao banco a liquidez necessária e recuperar a estabilidade dos mercados financeiros, informaram as fontes.

Tomas Bravo - 18.mai.2008/Reuters
Chanceler alemã, Angela Merkel, diz que não deixará banco Hypo Real Estate falir
Chanceler alemã, Angela Merkel, disse que não deixaria banco Hypo Real Estate quebrar

O acordo contempla que em até um montante total de 14 bilhões de euros, o Estado assuma 40% e os bancos, 60%, dos riscos que seriam derivados se o HRE tivesse que usar os créditos.

A instituição financeira alemã comemorou o acordo e, em uma primeira reação, em sua sede em Munique, um porta-voz disse que o banco analisará agora os detalhes do acordo.

A chanceler alemã, Angela Merkel, e o ministro das Finanças, Peer Steinbrück, tinham rejeitado antes uma nacionalização do banco, como tinham algumas instituições haviam reivindicado.

As negociações se tornaram necessárias depois que os bancos privados decidiram se retirar do pacote de resgate estipulado com o governo após ser anunciado que as necessidades econômicas do banco eram superiores ao informado há uma semana.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (442) 04/12/2009 11h31
Eduardo Giorgini (442) 04/12/2009 11h31
Concordo!
Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
sem opinião
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celso assis (77) 03/12/2009 10h03
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
19 opiniões
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Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
A repeito da recuperação de mercados..... A dizer da econômia brasileira, no termo equilibrio, travessia, em termos econômicos um bom comparativo, uma ponte, com bons fundamentos (extrutura), tensionada, fortemente exigida, mas com capacidade para resistir, suportar "o uso" e "abusos". Com isto certamente possibilita um avanço significativo em termos econômicos, em ganhos em diversos niveis, um crecimento, uma melhoria de padrão geral, a formação de um novo conceito de solidez, de desenvolvimento como um todo. Imperativo o controle de gastos "em época eleitoral", os famosos desperdicios, as demagogias, erros, politicagem,propaganda enganosa. época que se faz nescessário ampliação de critérios, e cobranças com os gastos, em obras sem útilidade efetiva, e ou duradoura. Do história inicio de ano, época de férias.....atividades reduzidas, coisas se bem pensadas e organizadas podem dar bons resultados aos trabalhadores, empresas, consumidor, já no trimestre seguinte, cautela, controles, agilidade operacional, e de sistemas produtivos, ...... 2 opiniões
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