Dinheiro
06/10/2008 - 07h57

Wachovia recorre a tribunal para suspender ação do Citigroup

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da Efe, em Washington

O banco americano Wachovia anunciou neste domingo que continuará sua negociação com a Wells Fargo e solicitou perante um juiz federal de Nova York que desbloqueie a venda, depois do processo interposto pelo Citigroup.

A iniciativa do Wachovia é uma resposta à uma ordem da Corte Suprema de Nova York que bloqueou a operação anunciada com a Wells Fargo, a pedido do Citigroup, também interessado na compra.

Wachovia e Wells Fargo anunciaram, na última sexta-feira (3), um acordo de compra no valor de US$ 15,5 bilhões.

No entanto, o Citigroup interpôs no dia seguinte um processo, alegando que tinha um acordo de monopólio com o Wachovia, que lhe impedia de falar com outros possíveis compradores.

Em uma audiência de emergência, David Boies, um dos advogados do Wachovia, pediu a Koeltl que permitisse à entidade continuar com a venda proposta pela Wells Fargo.

Koetl não anulou a ordem do juiz, mas programou uma audiência para esta terça-feira (7), na qual outro juiz determinará se a oferta pode proceder, com o que o Citigroup poderia voltar a responder com mais ações legais.

A entidade financeira se transformou no campo de batalha entre Wells Fargo e Citigroup, que querem continuar com os acordos assinados com Wachovia para sua aquisição, enquanto surgem dúvidas dos efeitos que um longo processo judicial pode ter para o já deteriorado banco.

Comentários dos leitores
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Marcelo, concordo também com vc. Mas qdo pensamos em paises ricos, nos vem à mente normalmente USA e Zona do Euro.
Veja o que aconteceu hj com Dubai. Há outros vários.
Também acho que a palavra "quebrar"é muito forte, e de fato não deve acontecer. Aliás quem alertou sobre isso hj foi a OMC.
Tudo isso reforça o que venho escrevendo por aqui há algum tempo...tem muita gente eufórica, achando que tá tudo índo bem, que 2010 vai ser uma beleza e ao meu ver não vai ser não. Esse estória de o Brasil se achar uma ilha de prosperidade enquanto o mundo ainda estremeçe é muita arrogancia e merece cuidados extremos.
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Luiz Antonio (43) 26/11/2009 16h00
Luiz Antonio (43) 26/11/2009 16h00
Quem lê a FSP, em especial, sempre acredita que o Brasil está a véspera de quebrar, como na época do FHC (PSDB). Mas o país continua crescendo cada vêz mais e distribuindo riqueza.
Quando ao fundo de Dubai, só deslumbrado gosta daquele pedaço de deserto com uma torre espetada.
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É aí que mora o perigo! Esses ricos do petróleo, fonte que começa a "secar", não só pelo seu esgotamento em sí, mas pela urgente necessidade de mudança da matriz energética, hoje e sempre, a maior vilã contra a natureza. Esses povos, acostumaram-se a nadar nababescamente no óleo negro, que se transformou em ouro, mais pelos seus marajás das mil e uma noites, pensando que certamente isso duraria eternamente, como os seus reinados. Mas, nada é para sempre e quando começar a ruir, "sai de perto", como diz o refrão popular e esteja a mil e uma noites de distância, porque nem Alá, Maomé ou aiatolá, desatolará.
Abençoado é aquí, onde fura-se um poço e encontra-se água. Nem ouro,nem diamante, nem urânio, nem nada, nada vale. Água e oxigênio, ainda temos as maiores riquezas. De quê reclamar!
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