Dinheiro
06/10/2008 - 09h30

Dilma diz que o Brasil poderá passar por "pequenininha gripe"

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da Agência Folha
da Folha de S.Paulo, em Porto Alegre

A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse ontem que a crise internacional provocará turbulências, mas o Brasil não deverá sofrer impactos consideráveis. Segundo ela, os recursos para o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) estão assegurados.

"Hoje nós temos condições de assegurar o crédito interno. Vai, sem dúvida, ter turbulências, porque é uma crise muito forte, talvez a maior crise do sistema desde 1929. Mas o Brasil está em boas condições."

A ministra se pronunciou ontem pela manhã em Porto Alegre, no comitê de campanha da candidata petista à prefeitura, Maria do Rosário.

"Nós vamos ter alguns problemas momentâneos, mas temos robustez suficiente para superar essa imensa fase de contágio com uma pequenininha gripe", afirmou Dilma.

"Não há dúvida quanto aos recursos do PAC. Estou me referindo à maior liquidez do setor privado, tanto de crédito de curto como de médio prazo."

Comentários dos leitores
Guilherme Lemmi (225) 23/11/2009 14h48
Guilherme Lemmi (225) 23/11/2009 14h48
Sobre a reportagem "Livre mercado é melhor modelo econômico apesar da crise, dizem bilionários", interessante, a Folha deveria perguntar para o 1 bilhao de pessoas que passam fome no mundo, se eles concordam com essa opinião.
Ah, esqueci, essas pessoas só passam fome porque nao tiveram a 'tenacidade' para vencer na vida....
sem opinião
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JOSE MOTTA (48) 23/11/2009 13h53
JOSE MOTTA (48) 23/11/2009 13h53
ISSO É PRIMEIRO MUNDO. POVO POLITIZADO,MAS PERIMERISSIMO MUINDO SÃO ALGUS PAISES EUROPEUS E CANADÁ. ESTAMOS LONGE DE CHEGAR LÁ. sem opinião
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Eduardo Giorgini (419) 23/11/2009 10h16
Eduardo Giorgini (419) 23/11/2009 10h16
Bom dia!
Bem, essa forma de analise discordo. O que Obama fez em relação à crise foi a única opção e não devido a possíveis competências.
Isso acontece no Brasil tambem. Dizem que foi Lula que salvou o Brasil da crise, mas o que ele fez foi nada além de manter a inércia da política brasileira e com um pouco de sorte, deu certo de a crise não pegar tão forte.
Só que ao contrário do Brasil, o eleitorado Norte Americano exige mais, ainda mais depois do desastre de Bush.
Um presidente so quebra um país de for um ditador, caso contrário, setores da sociedade ajudam na tomada de decisões e o setor privado segura as pontas (que é o que acontece nos Estados Unidos e tambem no Brasil)
Inclusive hoje, um presidente não "pesa" tanto na condução de uma boa política de governo.
[]s
Eduardo.
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