Federal Reserve vai pagar juros sobre depósitos compulsórios
da Folha Online
O Federal Reserve (Fed, o BC americano) informou nesta segunda-feira que irá passar a pagar juros sobre os depósitos compulsórios -- que são as reservas de dinheiro que as instituições financeiras recolhem junto junto à autoridade monetária, compostas com parte do dinheiro depositado pelos seus clientes.
O pagamento de juros sobre essas reservas estava previsto em uma lei aprovada em 2006, mas estava programado para começar a partir de 1º de outubro de 2011. A data foi adiantada, no entanto, como parte dos acréscimos feitos ao pacote de ajuda ao setor financeiro, de US$ 700 bilhões, aprovado na semana passada pelo Congresso.
"O pagamento de juros dará ao Federal Reserve uma abertura mais ampla para usar seus programas de empréstimos de forma a lidar com a situação nos mercados de crédito enquanto mantém a taxa dos fundos federais perto da meta estabelecida pelo Fomc [Comitê Federal de Mercado Aberto, na sigla em inglês, equivalente ao Copom no Brasil]", informou o Fed em um comunicado.
O BC americano ainda anunciou que irá ampliar, a partir de hoje, os valores de seus leilões de fundos com prazo de 84 dias feitos através do sistema TAF ("Term Auction Facility"). Essa última medida já havia sido anunciada no dia 29 de setembro, quando o Fed e outros nove bancos centrais anunciaram a ampliação de seus acordos de trocas recíprocas de divisas ("swap lines") para US$ 620 bilhões, contra um volume de US$ 290 bilhões anunciado inicialmente.
O Fed e o Departamento do Tesouro trabalham em conjunto com o mercado para elaborar formas de oferecer apoio adicional ao sistema financeiro, diz a nota,
"Juntas, essas ações devem encorajar os empréstimos nos mercados financeiros de modo a aliviar as pressões e a promover a capacidade de empresas e das pessoas de obter crédito. O Federal Reserve permanece pronto para adotar medidas adicionais conforme o necessário para estimular as condições de oferta de dinheiro no mercado."
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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