BCE faz nova injeção de US$ 50 bilhões no sistema bancário
da Efe, em Frankfurt
O BCE (Banco Central Europeu) injetou nesta segunda-feira US$ 50 bilhões com vencimento amanhã e a uma taxa de juros marginal de 4% em uma operação extraordinária para colocar liquidez.
O BCE informou que 59 bancos participaram desta operação de refinanciamento e pediram US$ 90,868 bilhões.
Na sexta-feira (3), o BCE injetou mais US$ 50 bilhões com vencimento hoje e a uma taxa de juros marginal de 2,51%.
Além disso, no dia 30 de setembro, o BCE fez uma injeção de pouco mais de US$ 60 bilhões em duas etapas --primeiro uma injeção de US$ 30 bilhões a uma alta taxa de juros marginal de 11% e, horas depois, uma outra, de US$ 30,74 bilhões à taxa de juros de 0,5%, com vencimento de um dia em ambos os casos.
O Federal Reserve (Fed, banco central americano) e o BCE decidiram duplicar seu acordo de divisas recíproco (swap line) para aumentar a oferta de liquidez em dólares na zona do euro.
No dia 29 de setembro, o Federal Reserve (Fed, o BC americano) anunciou, em conjunto com o BCE e outros oito bancos centrais a ampliação de seus acordos de trocas recíprocas de divisas ("swap lines") para US$ 620 bilhões, contra um volume de US$ 290 bilhões anunciado inicialmente. As trocas feitas dessa forma permitem injetar liquidez em dólares nos mercados que controlam.
Os demais bancos centrais envolvidos são: o Banco do Canadá; o Banco da Inglaterra (BC britânico); o Banco Nacional da Dinamarca; o Banco da Noruega; o Banco do Japão; o Reserve Bank (da Austrália); o Sveriges Riksbank (da Suécia); e o SNB (Banco Nacional da Suíça).
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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No meu entendimento o Petrolio e principalmente o alcool com uma demanda maior e mais consumida com relaçao as pesquisa e a alma da economia, pois dependemos dele para tudo, transporte, saude, segurança, trabalho, lazer, alimentos, preços, principalmente a infraçao,etc. dependemos dele pra tudo. No entanto deve ser melhor monitorado e ate mesmo tabelado, para que nao haja abuso como esta tendo, hoje cada cidade cobra o que quer, precisamos de um controle mais energico pela parte do governo, e que este governo olhe mais para nosso mercado.
um abraço a todos leitores da folha.
Pedro Rocha
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