FMI pede que países europeus concretizem ação coordenada
da Efe, em Paris
O diretor-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Dominique Strauss-Kahn, pediu nesta segunda-feira que os países europeus concretizem em fatos a decisão de se coordenar para enfrentar a crise financeira.
"Os europeus devem se coordenar, devem atuar juntos", disse, em um fórum realizado hoje em Paris sobre as relações entre a União Européia (UE) e a América Latina.
Sobre a declaração da cúpula dos quatro países europeus do G8 (Alemanha, França, Itália e Reino Unido) do sábado passado, disse que é "útil e bem-vinda", na medida em que se falava de coordenação entre os europeus, mas acrescentou que "esta coordenação deve se materializar em fatos".
O diretor-gerente do FMI ressaltou que "não devem ser tomadas decisões nos quatro pontos da Europa sem que haja coordenação", porque os efeitos "podem ser particularmente daninhos".
"É o primeiro grande desafio da União Européia no terreno econômico e sem dúvida da zona do euro", disse, lembrando que, atualmente, a maior parte das entidades financeiras da UE têm uma dimensão além da fronteira.
Reiterou a idéia de que a crise diz respeito às economias de todo o mundo, já que os canais de transmissão são agora "mais fortes" com a globalização, e por isso "ninguém está imune".
"As conseqüências da crise financeira serão sentidas em todas as partes" e "haverá uma forte repercussão indireta" para os países emergentes, nos quais "esperamos um arrefecimento do crescimento bastante sensível".
Às vésperas da divulgação das novas previsões do FMI, Strauss-Kahn advertiu que "há um risco de arrefecimento forte" na América Latina, mas esta é "muito mais forte" nos Estados Unidos e na Europa.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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