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Dinheiro
07/10/2008 - 08h34

Islândia nacionaliza segundo maior banco do país

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da Efe

A Islândia assumiu nesta terça-feira o controle total sobre o segundo maior banco do país, o Landsbanki, em uma operação equivalente à nacionalização, anunciaram hoje as autoridades financeiras islandesas.

Assim, as autoridades aplicaram de maneira imediata as medidas de urgência e exceção estipuladas pelo governo e a oposição para evitar a quebra do sistema financeiro e dos bancos nacionais, assim como a quebra do Estado.

Com base na nova legislação, "a Autoridade Financeira de Supervisão Islandesa assume o controle do Landsbanki para assegurar que continuem as operações comerciais e bancárias na Islândia", informou o órgão regulador, em comunicado.

De acordo com o órgão "os depósitos domésticos estão plenamente garantidos" e todas as operações bancárias continuarão com normalidade.

Além disso, as autoridades financeiras anunciaram a concessão de um crédito imediato no valor de 500 milhões de euros para o principal banco da Islândia, o Kaupthing.

A notificação sobre a nacionalização do Landsbanki aconteceu pouco depois que a Rússia concedeu à Islândia um crédito de 4 bilhões de euros para ajudar o país a sair da crise financeira que ameaça seu sistema bancário.

As novas medidas, em resposta à grave crise financeira, permitirão ao governo intervir em todos os bancos, obrigá-los a se fundir-se ou a se declarar em quebra. "Estamos diante da possibilidade de que toda a economia nacional seja arrastada para as profundezas da crise bancária global e que a nação se declare em quebra", disse, em pronunciamento pela TV, o primeiro-ministro islandês, Geir Haarde.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (442) 04/12/2009 11h31
Eduardo Giorgini (442) 04/12/2009 11h31
Concordo!
Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
sem opinião
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celso assis (77) 03/12/2009 10h03
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
19 opiniões
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Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
A repeito da recuperação de mercados..... A dizer da econômia brasileira, no termo equilibrio, travessia, em termos econômicos um bom comparativo, uma ponte, com bons fundamentos (extrutura), tensionada, fortemente exigida, mas com capacidade para resistir, suportar "o uso" e "abusos". Com isto certamente possibilita um avanço significativo em termos econômicos, em ganhos em diversos niveis, um crecimento, uma melhoria de padrão geral, a formação de um novo conceito de solidez, de desenvolvimento como um todo. Imperativo o controle de gastos "em época eleitoral", os famosos desperdicios, as demagogias, erros, politicagem,propaganda enganosa. época que se faz nescessário ampliação de critérios, e cobranças com os gastos, em obras sem útilidade efetiva, e ou duradoura. Do história inicio de ano, época de férias.....atividades reduzidas, coisas se bem pensadas e organizadas podem dar bons resultados aos trabalhadores, empresas, consumidor, já no trimestre seguinte, cautela, controles, agilidade operacional, e de sistemas produtivos, ...... 2 opiniões
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