Fed e outros cinco BCs vão oferecer US$ 450 bi para evitar falta de dinheiro
da Folha Online
O Federal Reserve (Fed, o BC americano) anunciou nesta terça-feira uma ação coordenada com outros cinco bancos centrais para oferecer em dezembro US$ 450 bilhões ao sistema bancário a fim de evitar uma escassez de oferta de dinheiro.
Os outros cinco BCs envolvidos na ação são: o Banco do Canadá; o Banco da Inglaterra (BC britânico); o Banco do Japão; o BCE (Banco Central Europeu); e o SNB (Banco Nacional da Suíça, na sigla em inglês).
Os bancos divulgaram hoje o calendário dos leilões a serem realizados no quarto trimestre, incluindo as operações com vencimento em 28 dias e as de vencimento em 84 dias. O calendário pode, no entanto, ser ajustado, "para atender as condições do mercado financeiro", segundo o comunicado divulgado na página do Fed na internet.
O Fed vem agindo de forma coordenada com outros bancos centrais a fim de irrigar o sistema bancário com recursos, diante da escassez de crédito acarretada pela crise financeira.
No dia 29 de setembro, o Fed e outros nove bancos centrais informaram que ampliarão seus acordos de trocas recíprocas de divisas ("swap lines") para US$ 620 bilhões, contra um volume de US$ 290 bilhões anunciado inicialmente. As trocas feitas dessa forma permitem injetar liquidez em dólares nos mercados que controlam.
Ontem, o BC americano informou que irá passar a pagar juros sobre os depósitos compulsórios -- que são as reservas de dinheiro que as instituições financeiras recolhem junto junto à autoridade monetária, compostas com parte do dinheiro depositado pelos seus clientes. A medida estava prevista em uma lei aprovada em 2006, mas a aplicação começaria a partir de 1º de outubro de 2011.
A data foi adiantada, no entanto, como parte dos acréscimos feitos ao pacote de ajuda ao setor financeiro, de US$ 700 bilhões, aprovado na semana passada pelo Congresso.
O BC americano ainda anunciou que irá ampliar, a partir de hoje, os valores de seus leilões de fundos com prazo de 84 dias feitos através do sistema TAF ("Term Auction Facility"). Essa última medida já havia sido anunciada no dia 29 de setembro, quando o Fed e outros nove bancos centrais anunciaram a ampliação de seus acordos de trocas recíprocas de divisas ("swap lines") para US$ 620 bilhões, contra um volume de US$ 290 bilhões anunciado inicialmente.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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