União Européia anuncia acordo para combater crise de forma conjunta
da Reuters e France Presse
Atualizada às 12h31
Os países da UE (União Européia) se comprometeram nesta terça-feira (7), em reunião emergencial realizada em Luxemburgo, a socorrer e dar apoio a grandes grupos financeiros para evitar uma crise generalizada. A informação foi dada pelo vice-ministro de Finanças da Alemanha, Joerg Asmussen. Sem citar as instituições, Asmussen disse que a ajuda será destinada aos "bancos relevantes para o sistema". Segundo ele, as intervenções serão decididas "caso a caso".
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Os resgates dos bancos à beira da falência se sucederam nos últimos dias na Europa, com o alemão Hypo Real Estate, o belgo-holandês Fortis e o franco-belga Dexia encabeçando a lista. Na Islândia, o governo assumiu o controle do segundo maior banco do país, o Landsbanki.
No Reino Unido, a BBC informou nesta terça que três dos quatro maiores bancos do país (Royal Bank of Scotland, Barclays e Lloyds TSB) teriam pedido ao ministro da Economia britânico, Alistair Darling, apurar sua decisão sobre um possível plano de ajuda ao setor.
A ministra das Finanças da França, Christine Lagarde, por sua vez, afirmou que os ministros concordaram em coordenar suas respostas à crise financeira. "Nós concordamos em assegurar a solidez e a estabilidade de nosso sistema financeiro e adotar as medidas necessárias para atingir esse objetivo", disse ela, cujo país exerce a presidência da UE, em coletiva de imprensa ao final da reunião.
| Tobias Schwarz/Reuters |
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| Na Alemanha, a chanceler Angela Merkelvai discursar hoje para acalmar a população |
Também hoje foi anunciado que os países da União Européia acertaram aumentar de 20.000 a pelo menos 50.000 euros a garantia dos depósitos nos bancos do bloco. O objetivo é evitar uma corrida para saques, por temor da piora da crise, e afetar a saúde dos bancos.
O compromisso foi alcançado na reunião de ministros das Finanças dos 27 membros da UE, dentro de seu objetivo de atuar de forma coordenada para tranqüilizar os correntistas e os grandes grupos financeiros frente à crise financeira.
"Os Estados estão de acordo em aumentar a proteção dos depósitos de particulares para um valor de pelo menos 50.000 euros, sabendo que vários Estados membros estão determinados a elevar essa cobertura a 100.000 euros", segundo o texto divulgado.
"A solução pela qual se chegou a um resultado é que o aumento para todos é de até 50.000 euros. Mas existe uma série de países membros, eu diria que a maioria, que têm mostrado preferência de colocar 100.000 euros como mínimo", afirmou, por sua vez, o ministro espanhol, Pedro Solbes.
Quanto à entrada em vigor da medida, que terá uma duração inicial de um ano, "em princípio é um acordo político e cada país terá que colocá-la em andamento de acordo com seus procedimentos nacionais", explicou Solbes.
A Holanda anunciou que vai aumentar a garantia de 38.000 para 100.000 euros. O total garantido duplica o do acordo alcançado pelos ministros europeus.
A idéia de harmonizar as políticas díspares existentes dentro da UE e evitar fugas de capitais dos bancos dos países mais generosos acontece depois que os 27 não conseguiram alcançar um acordo para lançar um plano de resgate similar ao americano.
Em relação à Espanha, onde a garantia atual é de 20.000 euros, Solbes indicou que seu governo realizará ainda nesta terça-feira um anúncio sobre o montante mínimo que garantirá, indicando esperar que José Luis Rodríguez Zapatero aceite sua opinião, embora não tenha dito qual é.
Vários países, entre eles a Alemanha e a Irlanda, já anunciaram que vão garantir de forma unilateral os depósitos de todos os correntistas seja qual for o montante. Outros, como a França e Reino Unido, anunciaram, por sua vez, aumentos de sua garantia mínima, que é muito maior do que a prevista pela legislação européia.
BCE
O BCE (Banco Central Europeu), por sua vez, informou nesta terça-feira que duplicará a quantidade de euros emprestados aos bancos comerciais por períodos de seis meses até 50 bilhões (cerca de US$ 68 bilhões).
Em comunicado, o BCE disse ter decidido "aumentar de 25 bilhões de euros a 50 bilhões de euros a quanitdade designada para seis meses" em relação à oferta de fundos anunciada em 4 de setembro passado.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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