Fed vai comprar dívidas de curto prazo para aliviar pressão sobre crédito
da Folha Online
O Federal Reserve (Fed, o BC americano) anunciou nesta terça-feira que planeja comprar papéis de dívidas de curto prazo, chamados de "commercial papers", a fim de destravar o fluxo de crédito que está entre os principais fatores do atual cenário de crise financeira no mundo todo.
O Fed criou para esse fim o CPFF (Commercial Paper Funding Facility, ou Instrumento de Financiamento de "Commercial Paper"). Segundo o comunicado do banco, o CPFF "irá complementar os instrumentos existentes de crédito do Federal Reserve para ajudar a oferecer liquidez [oferta de dinheiro] para os mercados".
O "commercial paper" é uma espécie de nota promissória, um empréstimo de curto prazo que facilita as transações rotineiras das empresas --como reposições de estoque e pagamentos de empregados--, além de fazer circular dinheiro entre os bancos.
"O mercado de 'commercial papers' tem estado sob considerável pressão nas últimas semanas, em que fundos mútuos e outros investidores, também sob pressão, se tornaram muito relutantes em comprar esses papéis de curto prazo", diz o comunicado do Fed.
Como resultado dessa relutância, os juros de títulos de prazo mais longo subiram de modo significativo e uma quantidade expressiva desses papéis precisa agora ser refinanciada a cada dia, diz o Fed. O mercado de "commercial papers" movimenta cerca de US$ 99,4 bilhões por dia.
O Departamento do Tesouro, que trabalhou com o Fed nessa operação, considera a medida "necessária para evitar abalos consideráveis nos mercados financeiros e na economia". O Tesouro irá fornecer o dinheiro para que o Federal Reserve de New York (a divisão do BC americano que efetua as operações do banco no mercado financeiro) para apoiar o programa, mas não revelou o valor a ser empregado.
O presidente do Fed, Ben Bernanke, deve explicar com detalhes o programa hoje à tarde, quando deve fazer um pronunciamento sobre os desenvolvimentos recentes dos mercados financeiros.
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No meu entendimento o Petrolio e principalmente o alcool com uma demanda maior e mais consumida com relaçao as pesquisa e a alma da economia, pois dependemos dele para tudo, transporte, saude, segurança, trabalho, lazer, alimentos, preços, principalmente a infraçao,etc. dependemos dele pra tudo. No entanto deve ser melhor monitorado e ate mesmo tabelado, para que nao haja abuso como esta tendo, hoje cada cidade cobra o que quer, precisamos de um controle mais energico pela parte do governo, e que este governo olhe mais para nosso mercado.
um abraço a todos leitores da folha.
Pedro Rocha
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Venezuela é um país produtor de petróleo, certo???
Como se explica que p/ encher o tanque de gasolina naquele país, vc gastar Menos de R$ 2,00 Reais
Brasil é produtor de Alcool, certo?? Um dos maiores do mundo, aqui vc não enche o tanque por menos R$ 66,00 Reais.
Argentina é Exportadora de petróleo como a venezuela????
É produtora de Alcool, como o Brasil?????
Alguém me explica como o litro da gasolina argentina que é pura e não contem alcool na mistura, e quasi R$ 1,00 a menos que a do Brasil.
Sai mais barato encher o tanque na Argentina com gasolina pura, do que encher no Brasil com 25% de mistura de alcool.
Sinceramente, isto não tem explicação srs(as).
É UM ABSURDO
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