Crédito ao consumidor caiu em agosto nos EUA, pela primeira vez desde 1998
da France Presse, em Washington
Os créditos ao consumidor nos Estados Unidos caíram 3,7% em agosto --em ritmo anual--, registrando sua primeira queda desde janeiro de 1998, anunciou nesta terça-feira o Federal Reserve (Fed, o BC americano).
Esse percentual corresponde a uma queda estimada em US$ 7,9 bilhões, enquanto que os analistas esperavam um aumento de US$ 5 bilhões.
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O cenário é particularmente preocupante para as perspectivas de crescimento americano, já que o consumo e, principalmente, o empréstimo são tradicionalmente os motores da economia dos Estados Unidos. O valor total dos créditos atingiu US$ 2,577,3 trilhões em agosto, contra US$ 2,585,2 trilhões no mês anterior.
Os créditos não-renováveis, como os créditos para a compra de automóveis e aqueles que não são garantidos por ativos imobiliários, registraram a queda mais forte, caindo 5,4% --em ritmo anual--, a US$ 1,608,3 trilhão. Os créditos renováveis, principalmente para cartões de crédito, recuaram 0,8% --em ritmo anual-- a US$ 969 bilhões.
Os números de julho foram revisados para cima, para registrar uma progressão de 2,4%, contra os 2,1% anunciados inicialmente.
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Obrigado pela informação. Estamos tentando agora na Justiça, porque o INSS local diz que a doença não existe (O responsável local). Falo sério.
Para quem esta dando alta para quem tem cancer ou mãos amputadas...
Agradeço, e muito, sua colaboração, assim como agradeço à Folha de São Paulo por permitir retratar este descaso, não só comigo, mas com todos aqueles que necessitam de auxilio doença em Ponta Grossa - Paraná.
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Prezado colega Sr. Marco Hundsdorfer (32) 23/11/2009 19h18
Li seu comentário e achei lamentável que isso esteja acontecendo porque fibromialgia é uma forma de reumatismo associada à forma de sensibilidade de uma pessoa frente a um estímulo doloroso, envolvendo músculos, tendões e ligamentos. É bastante provável que o Sr tenha conhecimento, mas enfim, não custa nada passar esse tipo de informação, até porque, talvez seja preciso juntar uma série de informações adicionais, inclusive da Sociedade Brasileira de Reumatologia, para que o caso seja devidamente enquadrado. Mesmo tendo sido reconhecida nos USA, os profissionais da área de saúde continuavam usando a classificação do Código Internacional de Doenças (CID 10) aplicando o código M.79.0 - "Outros transtornos dos tecidos moles, não classificados em outra parte" (que por não ser específico incluía a Fibromialgia), código este fornecido pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Ocorre que atualmente ele não é mais utilizado e, portanto, não tem mais validade para atestar a Fibromialgia porque esta Síndrome ganhou um código CID próprio, fornecido pela própria OMS, que é o código M.79.7, passando assim a ser uma patologia totalmente reconhecida. De modo que este é C.I.D válido e deve ser usado pelos profissionais da área de saúde.
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