Asiáticas seguem tendência mundial e caem pelo terceiro dia
da Folha Online
As Bolsas de Valores da Ásia seguiram a tendência mundial nesta quarta-feira e abriram em fortes quedas, a despeito da ação conjunta dos seis principais bancos centrais, ontem, para diminuir os efeitos da crise econômica nos mercados. Todas as Bolsas do continente registraram perdas na abertura pelo terceiro dia consecutivo nesta semana.
A Bolsa de Tóquio abriu com retração de 3,18%, para 9.832,86 pontos. A maior queda ocorreu em Hong Kong, onde o indicador Hang Seng ficou abaixo dos 16.000 pontos pela primeira vez em mais de dois anos, em meio a um recuo de 5%. No meio da manhã, a Bolsa caía 4,39%. Na Austrália, o mercado afundava 3,41%, enquanto na Coréia do Sul, as perdas eram de 2,77%. Na China, a queda era de 1,95%.
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No Brasil, a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) já acumula perdas de quase 40% (37,2%) no ano com os sucessivos tombos dos últimos dias. Nesta terça-feira, nem a ação conjunta dos seis principais bancos centrais do planeta conseguiu segurar a retração das Bolsas americanas, o que fez a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) desabar. O câmbio disparou e bateu a cotação de R$ 2,31, maior cotação desde maio de 2006.
A Bolsa de Nova York teve forte queda de 5,11%. Em geral, a variação do índice Dow Jones costuma ser menos ampla que o Ibovespa. A "inversão" aponta para investidores sem disposição de correr riscos e voltar às compras.
O presidente dos EUA, George W. Bush, afirmou que está confiante na eficácia do pacote de resgate financeiro de US$ 700 bilhões e prometeu que "o que for necessário será feito" para deter a crise. "As pessoas precisam se dar conta de que a crise representa um problema sério não só para os EUA, mas para o mundo inteiro", disse.
Entre as principais notícias do dia, o Federal Reserve (Fed, o BC americano) anunciou ontem uma ação coordenada com outros cinco bancos centrais para oferecer em dezembro US$ 450 bilhões ao sistema bancário a fim de evitar uma escassez de oferta de dinheiro. Além dessa nova injeção bilionária de recursos, o Fed também deve adquirir títulos de renda fixa de curto prazo --"commercial papers"--, de modo a animar a circulação de recursos pela economia.
Anteriormente, os países da União Européia haviam anunciado que devem adotar elevar as garantias de depósitos em bancos de 20 mil euros (US$ 27.300) para 50 mil euros (US$ 68.400), medida semelhante à adotada pelos Estados Unidos no mês passado.
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Ele tem que ser usado de base para medir o poder de compra e quanto os governos estao inflacionando o mercado imprimindo dinheiro como querem.
O deficit publico mundial eh vergonhoso. Se imprime dinheiro para paga-lo e quem acaba pagando mesmo a conta eh o trabalhador via inflacao, ou desvalorizacao de seu dinheiro, principlamente no Brasil onde se ha somente uma moeda - pura ditadura economica.
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SO O FATO DA OPSIÇÃO PUNIR O GOVERNADOR SO AI VAI GANHAR VOTOS E MUITTOS VOTOS POIS O BRASILEIRO EM SUA MAIORIA E HONESTO SE REALMENTE O DEDO DURO DO DURVAL TENHA RAZÃO E SO DAQUI DOIS MESES PEDIR O SIGILO BANCARIO DELE E DA FAMILIA VAI TER UM DEDINHO CORTADO NESTA SUJEIRA E SO ESPARAR PARA VER
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A renda per capita da população seria importante no estudo da dívida?
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