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Dinheiro
08/10/2008 - 06h12

Premiê britânico diz que o plano de resgate tem amplo alcance

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da Folha Online

O primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, afirmou que o plano de resgate do governo para estabilizar o sistema financeiro do país é audaz e tem amplo alcance. Nesta quarta-feira, o país anunciou um plano de resgate de 50 bilhões de libras (cerca de US$ 87 bilhões) para estabilizar seu sistema financeiro.

Em declaração em sua residência oficial em Downing Street junto ao ministro da Economia, Alistair Darling, o chefe do governo trabalhista disse que "o programa de estabilidade e reestruturação é completo e específico".

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Darling afirmou que os principais alvos da ação são os bancos em crise --entre eles o RBS (Royal Bank of Scotland). De acordo com a CNN, o plano poderia incluir uma nacionalização parcial dos bancos com o intuito de restaurar a estabilidade econômica.

A notícia surge após o fechamento da maioria dos pregões na Ásia, onde uma onda de quedas-livres tomou conta das Bolsas. O Nikkei, índice que mede os negócios na Bolsa de Tóquio (Japão), teve sua maior queda diária em 21 anos. A Bolsa mais importante do continente chegou a cair 9,4% no pior resultado desde 1987.

Ontem, os seis principais bancos centrais do mundo anunciaram uma ação coordenada para oferecer em dezembro US$ 450 bilhões ao sistema bancário a fim de evitar uma escassez de oferta de dinheiro. A medida se soma aos US$ 700 bilhões previstos pelo Fed --e aprovados pelo Congresso dos EUA na semana passada-- para resgatar a economia americana.

Os bancos divulgaram ontem o calendário dos leilões a serem realizados no quarto trimestre, incluindo as operações com vencimento em 28 dias e as de vencimento em 84 dias. Além do Fed, fazem parte da medida o Banco do Canadá; o Banco da Inglaterra (BC britânico); o Banco do Japão; o BCE (Banco Central Europeu); e o SNB (Banco Nacional da Suíça, na sigla em inglês).

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (442) 04/12/2009 11h31
Eduardo Giorgini (442) 04/12/2009 11h31
Concordo!
Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
sem opinião
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celso assis (77) 03/12/2009 10h03
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
19 opiniões
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Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
A repeito da recuperação de mercados..... A dizer da econômia brasileira, no termo equilibrio, travessia, em termos econômicos um bom comparativo, uma ponte, com bons fundamentos (extrutura), tensionada, fortemente exigida, mas com capacidade para resistir, suportar "o uso" e "abusos". Com isto certamente possibilita um avanço significativo em termos econômicos, em ganhos em diversos niveis, um crecimento, uma melhoria de padrão geral, a formação de um novo conceito de solidez, de desenvolvimento como um todo. Imperativo o controle de gastos "em época eleitoral", os famosos desperdicios, as demagogias, erros, politicagem,propaganda enganosa. época que se faz nescessário ampliação de critérios, e cobranças com os gastos, em obras sem útilidade efetiva, e ou duradoura. Do história inicio de ano, época de férias.....atividades reduzidas, coisas se bem pensadas e organizadas podem dar bons resultados aos trabalhadores, empresas, consumidor, já no trimestre seguinte, cautela, controles, agilidade operacional, e de sistemas produtivos, ...... 2 opiniões
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