Premiê britânico diz que o plano de resgate tem amplo alcance
da Folha Online
O primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, afirmou que o plano de resgate do governo para estabilizar o sistema financeiro do país é audaz e tem amplo alcance. Nesta quarta-feira, o país anunciou um plano de resgate de 50 bilhões de libras (cerca de US$ 87 bilhões) para estabilizar seu sistema financeiro.
Em declaração em sua residência oficial em Downing Street junto ao ministro da Economia, Alistair Darling, o chefe do governo trabalhista disse que "o programa de estabilidade e reestruturação é completo e específico".
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Darling afirmou que os principais alvos da ação são os bancos em crise --entre eles o RBS (Royal Bank of Scotland). De acordo com a CNN, o plano poderia incluir uma nacionalização parcial dos bancos com o intuito de restaurar a estabilidade econômica.
A notícia surge após o fechamento da maioria dos pregões na Ásia, onde uma onda de quedas-livres tomou conta das Bolsas. O Nikkei, índice que mede os negócios na Bolsa de Tóquio (Japão), teve sua maior queda diária em 21 anos. A Bolsa mais importante do continente chegou a cair 9,4% no pior resultado desde 1987.
Ontem, os seis principais bancos centrais do mundo anunciaram uma ação coordenada para oferecer em dezembro US$ 450 bilhões ao sistema bancário a fim de evitar uma escassez de oferta de dinheiro. A medida se soma aos US$ 700 bilhões previstos pelo Fed --e aprovados pelo Congresso dos EUA na semana passada-- para resgatar a economia americana.
Os bancos divulgaram ontem o calendário dos leilões a serem realizados no quarto trimestre, incluindo as operações com vencimento em 28 dias e as de vencimento em 84 dias. Além do Fed, fazem parte da medida o Banco do Canadá; o Banco da Inglaterra (BC britânico); o Banco do Japão; o BCE (Banco Central Europeu); e o SNB (Banco Nacional da Suíça, na sigla em inglês).
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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