BCs mundiais reduzem juros para conter crise; Fed corta taxa para 1,5%
da Folha Online
O Federal Reserve (Fed, o BC americano) baixou nesta quarta-feira sua taxa de juros em 0,5 ponto percentual (p.p.), em uma ação coordenada com outros bancos centrais, na tentativa de combater a crise financeira que se alastra pelo mundo.
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A taxa de juros do Fed passou, assim, a 1,5% ao ano. Na reunião do dia 16 de setembro, o banco havia decidido, pela terceira vez consecutiva, manter os juros em 2% ao ano.
| Richard Drew/AP |
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| Tela em Bolsa nos EUA indica o corte emergencial de juros pelo Fed |
"Ao longo da crise financeira atual, bancos centrais se engajaram em consultas contínuas e em cooperação em medidas conjuntas sem precedentes, tais como a oferta de dinheiro para reduzir as pressões nos mercados financeiros", informou o Fed, em um comunicado publicado hoje.
Os outros bancos que agiram com redução em suas taxas de juros foram: o Banco do Canadá, Banco da Inglaterra (BC britânico), o BCE (Banco Central Europeu), o Sveriges Riksbank (da Suécia) e o SNB (Banco Nacional da Suíça, na sigla em inglês).
O BC britânico diminuiu sua taxa de juros também em 0,5 ponto percentual, para 4,5%, anunciou o primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown. O corte servirá, segundo Brown, para garantir aos cidadãos que "estão sendo tomadas todas as ações" para permitir que a atividade econômica "se movimente para frente".
| Efe |
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| Mulher protesta e exige retirar dinheiro que perdeu com investimentos no Lehman (China) |
O anúncio de surpresa do corte da taxa de juros chega após o governo britânico anunciar um plano de resgate de 50 bilhões de libras (cerca de 62 bilhões de euros) para estabilizar o sistema financeiro do Reino Unido.
O BCE promoveu um corte da mesma magnitude, levando os juros na zona do euro a 3,75% ao ano. A medida entrará em vigor no dia 15 de outubro, anunciou a autoridade monetária da União Européia.
"As pressões inflacionárias começaram a ficar moderadas em uma série de países, em parte refletindo uma queda acentuada nos preços da energia e de outras commodities. As expectativas de inflação estão diminuindo (...) A intensificação recente da crise financeira elevou os riscos de baixa ao crescimento e, com isso, diminuiu ainda mais os riscos à estabilidade de preços", informou o Fed, em um comunicado. "Algum afrouxamento nas condições monetárias globais é, portanto, necessário."
O Banco do Japão (banco central do país) manifestou forte apoio às reduções de juros empreendidas por outras autoridades monetárias, diz o comunicado do Fed.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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