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Dinheiro
08/10/2008 - 11h33

Consumidor brasileiro ignora início da crise e confiança fica estável em setembro

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da Folha Online

A instabilidade econômica e a crise financeira dos Estados Unidos pouco influenciaram os ânimos dos consumidores em setembro, quando um grande banco americano quebrou e o sistema começou a ruir. O índice de confiança do consumidor (INC) brasileiro ficou estável em 140 pontos em setembro, contra 139 no mês anterior, segundo pesquisa da ACSP (Associação Comercial de São Paulo) e do Ipsos. Em setembro de 2007, estava em 126 pontos.

"O INC representa um retrato do otimismo do consumidor em setembro passado, quando a crise internacional ainda era pouco percebida pelo grande público brasileiro", disse Alencar Burti, presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

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Os consumidores se apegam na "segurança no emprego" para sustentar o índice de confiança. Entre as notícias que mais chamaram a atenção ao longo do mês passado, a instabilidade econômica dos Estados Unidos e a crise financeira ficou em oitavo lugar.

Raimundo Paccó/Folha Imagem
Como reflexo da crise, crédito mais escasso e mais caro tira força do varejo neste Natal
Como reflexo da crise, crédito mais escasso e mais caro tira força do varejo neste Natal

Conforme a pesquisa, em setembro, as notícias que mais chamaram a atenção do consumidor foram: policial, crime, motes e chacinas (39%), casos de pedofilia no Brasil (10%), enquanto a crise financeira ficou em oitavo lugar com apenas 4%, o mesmo que corrupção (4%) e violência contra a criança (3%).

O índice de confiança do consumidor é resultado de pesquisas em 70 cidades, o que inclui nove regiões metropolitanas brasileiras (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Brasília, Salvador, Recife e Fortaleza).

A regiões Norte e Centro Oeste seguem as mais confiantes, com 156 pontos, e a região Sul, a menos otimista, com 110 pontos. "A confiança declinou um pouco nos últimos meses nas nove regiões metropolitanas do Brasil, até atingir 132 pontos em setembro, contra 156 pontos em abril passado", informa o levantamento.

No interior, as cidades favorecidas pelo agronegócio colaboram para a elevação do índice, que passou de 131 pontos em abril para 143 pontos em setembro.

Comentários dos leitores
Olmir Antonio de Oliveira (93) 21/12/2009 09h58
Olmir Antonio de Oliveira (93) 21/12/2009 09h58
A respeito de fusão e ou incorporação. São amplas as possibilidades de fusões associações, aquisições, incorporações. Ao mercado brasileiro, a as empresas brasileiras. È de se crer na ampliação dos horizontes empresariais, no Brasil e no mercado internacional, è parte da democracia e globalização...... È importante se pensar nas ampliação das possibilidades de se adotar novas tecnologias, novas formulações, novas visões, novos tratos para uso de produtos usuais do mercado e ou de novas gerações de itens. Exemplifico para o caso do cimento evolução na utilização de agregado, compostos basicos, quimicamente tem faltado dar mais atenção a pontos basicos adequar temperaturas e pequenos arranjos nas confeções. No setor de aço conjuagar produtos atuais do mercado e até novas composições, e ou formatos elaborativos, a exemplo da utilização de pricipios simples, agregando multiplas placas extruturadas. para novos sistemas contrutivos, e ou melhorias aos atuais. è de se prever a construção de predios, avioões, onibus, caminhões, trem,navios, pontes e ou viadutos, "principalmente para se evitar tragédias similar a ocorrida no rodo anel de SP".... nova visão para arquitetura, designer noderno, eficiente, ágil, econômicamente viaveis, e ou industrialmente. e ou a nivel de execução. O fundamental é estar ocorrendo mudança na maneira de se pensar, e avontade de tentar novos processos, bom sinal para o Brasil suas empresas e trabalhadores. sem opinião
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Henrique Silva (220) 21/12/2009 09h48
Henrique Silva (220) 21/12/2009 09h48
Ogrande endividamento público dos países ricos durante a crise é um risco ao crescimento econômico sustentável. Assim como no Brasil, que se endividou muito nos anos 90, perdeu sua capacidade de crescimento e se enfiou em sucessivas crises.
Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
sem opinião
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augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
Ano 2010 está chegando, com uma euforia nunca vista aqui no Brasil. Tudo indica um ano fabulosos em todos os aspectos e para todos. Há duas noticias no Estado de S.Paulo e Jornal da Tarde de hoje que recomendam cautela. Vejam:
O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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