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Dinheiro
08/10/2008 - 11h48

França criará nova estrutura legal para sistema bancário do país

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da France Presse

O primeiro-ministro da França, François Fillon, afirmou nesta quarta-feira na Assembléia Nacional que o governo criará uma nova estrutura legal para poder intervir rapidamente e apoiar os bancos atingidos pelos efeitos da crise financeira.

Trata-se da mais recente de uma série de medidas de emergência adotadas pelos governos europeus para proteger os bancos da crise financeira mundial.

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"Hoje, esta estrutura existe e já conta com a participação do Estado no Dexia [banco franco-belga salvo da falência pelos governos da Bélgica e da França]", declarou Fillon ao iniciar um debate sobre a atual situação financeira.

"A fim de poder dispor de todos os capitais necessários para as intervenções que se justifiquem no futuro, o governo pedirá ao Parlamento, por meio de uma emenda ao projeto de lei de finanças, a garantia explícita do Estado", acrescentou.

No mês passado, Bélgica, França e Luxemburgo injetaram 6,4 bilhões de euros no Dexia, na tentativa de restaurar a confiança financeira na entidade.

Na sexta-feira (3), o ministro do Orçamento da França, Eric Woerth, admitiu que a economia do país entrou em "recessão técnica" após dois trimestres de crescimento negativo, embora tenha insistido que 2008 terminará com um crescimento econômico de 1%.

Segundo previsões do Insee (Instituto de Estatística Francês) divulgadas nesta sexta-feira, o PIB (Produto Interno Bruto) do país registrará um retrocesso de 0,1% no terceiro e no quarto trimestres, depois de ter retrocedido 0,3% no segundo.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (442) 04/12/2009 11h31
Eduardo Giorgini (442) 04/12/2009 11h31
Concordo!
Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
sem opinião
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celso assis (77) 03/12/2009 10h03
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
19 opiniões
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Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
A repeito da recuperação de mercados..... A dizer da econômia brasileira, no termo equilibrio, travessia, em termos econômicos um bom comparativo, uma ponte, com bons fundamentos (extrutura), tensionada, fortemente exigida, mas com capacidade para resistir, suportar "o uso" e "abusos". Com isto certamente possibilita um avanço significativo em termos econômicos, em ganhos em diversos niveis, um crecimento, uma melhoria de padrão geral, a formação de um novo conceito de solidez, de desenvolvimento como um todo. Imperativo o controle de gastos "em época eleitoral", os famosos desperdicios, as demagogias, erros, politicagem,propaganda enganosa. época que se faz nescessário ampliação de critérios, e cobranças com os gastos, em obras sem útilidade efetiva, e ou duradoura. Do história inicio de ano, época de férias.....atividades reduzidas, coisas se bem pensadas e organizadas podem dar bons resultados aos trabalhadores, empresas, consumidor, já no trimestre seguinte, cautela, controles, agilidade operacional, e de sistemas produtivos, ...... 2 opiniões
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