Economia mundial vai enfraquecer em 2009 mas evitará recessão, diz FMI
da France Presse
da Efe
A economia mundial terá um crescimento muito fraco em 2009, mas evitará a recessão, disse nesta quarta-feira o principal economista do FMI (Fundo Monetário Internacional), Olivier Blanchard.
"Nossa posição é que não é útil usar a palavra recessão quando o mundo tem um crescimento de 3%. Na definição normal do termo, a recessão é um dado negativo de crescimento, e não é esse o caso", disse. Segundo ele, 3% é "um dado muito fraco para o crescimento mundial, e no passado isto foi definido como o limite de uma recessão mundial", acrescentou.
"Uma desaceleração econômica mundial mas com um crescimento positivo é provavelmente uma melhor definição do que estamos enfrentando", afirmou.
Para os EUA, no entanto, existe um "risco real" de recessão nos próximos trimestres, afirmou ontem o vice-diretor-gerente do Fundo, John Lipsky. "Existe um risco real de que a produção se contraia nos próximos trimestres, antes de aumentar no próximo ano", disse.
No relatório "World Economic Outlook" ('Perspectiva Econômica Mundial'), divulgado hoje pelo Fundo, a previsão de expansão da economia americana para 2008 é de 1,6%, ligeiramente acima do 1,3% calculado em julho. O relatório do Fundo destaca que a piora do crédito já tem um impacto visível na concessão de novos empréstimos e prevê que o acesso a empréstimos e financiamentos continuará sendo difícil ao longo de 2009.
"O impacto será provavelmente maior nas famílias (...), mas nas atuais condições nos mercados financeiros é provável que as empresas também sejam afetadas de forma negativa, apesar de seus sólidos balanços e de suas ainda saudáveis margens de lucro", diz o relatório.
O FMI destaca também que a queda dos preços dos imóveis de entre 5% e 17% durante o último ano, dependendo do índice usado, "não tem precedentes desde a Grande Depressão". A crise que afeta o mercado imobiliário é "uma correção necessária após um período de excessos', diz o Fundo, que insiste em que 'há alguns sinais provisórios de estabilização", como os números recentes de vendas de imóveis.
Além disso, o FMI estima que o pacote de resgate do setor financeiro, de US$ 700 bilhões, aprovado pelo Congresso na Semana passada, ajudará a estabilizar os mercados, mas 'um tempo considerável' irá passar antes de uma melhora.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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