Berlusconi diz que, se preciso, evitará quebra de bancos
da Efe, em Roma
O Tesouro italiano intervirá para evitar que qualquer "banco quebre", anunciou nesta quarta-feira o primeiro-ministro do país, Silvio Berlusconi, ao término de uma reunião extraordinária com seu gabinete.
Essa intervenção, caso seja necessária, acontecerá mediante a compra de ações de um banco em apuros por parte do Estado, acrescentou Berlusconi, que assim quis transmitir uma mensagem de tranqüilidade aos italianos.
No entanto, o Conselho de Ministros ainda não se decidiu sobre um fundo à disposição dos bancos por considerar que as entidades bancárias têm "patrimônio e liquidez suficiente".
"Os italianos não devem correr para retirar o dinheiro e colocá-lo debaixo do colchão porque o sistema financeiro nacional é mais seguro", disse Berlusconi.
Suas palavras foram aprovadas pelo ministro da Fazenda, Giulio Tremonti, que explicou que o que o Conselho de Ministros pretende é "estender a garantia do Estado sobre o fundo de garantia interbancário".
Tanto Tremonti como Berlusconi reiteraram que não se trata de salvar bancos "porque o sistema financeiro italiano é sólido e eles se salvam por si sós", mas de assegurar o que já está garantido.
Da coletiva, também participou o chefe do Banco da Itália, Mario Draghi, que explicou que a decisão adotada é apenas "uma medida de prudência".
Leia mais
- Novas quebras ocorrerão nos EUA, diz Tesouro; Câmara pede mais ajuda
- Economia mundial vai enfraquecer em 2009 mas evitará recessão, diz FMI
- Bolsas no mundo registram vários colapsos ao longo da história
- União Européia convida ex-diretor do FMI para liderar grupo contra crise
- Banco italiano UniCredit vai cortar 700 empregos em 2009
Livraria
- Saiba como foi criado o EURO e como aconteceu a maior troca monetária da história
- Livros da "THE ECONOMIST" explicam termos essenciais de economia e negociação
Especial



avalie fechar
avalie fechar
Isso se deve a distribuição de "PANETONES" a filiados politicos que "LAVAM" esse dinheiro comprando propriedades em nomes de terceiros ou justificando que um imóvel comprado a um ano por R$1.000,00 possa ser vendido no ano seguinte por R$3.000,00.
VERDADEIRA VERGONHA NACIONAL.
avalie fechar