Fitch rebaixa "rating" da Aracruz e adverte sobre nota da VCP
da Folha Online
A agência de classificação de risco Fitch Ratings rebaixou a "nota" da Aracruz, que recentemente divulgou fortes perdas com suas operações de câmbio. O "rating" da empresa de celulose foi revisado de "BBB-" para "BB+". Na prática, significa que a empresa perde seu "status" de "grau de investimento", do ponto de vista dessa agência.
A classificação de "grau de investimento" é reservada para empresas, ou nações, consideradas de menor risco de inadimplência, a exemplo de empresas como Petrobras, Vale do Rio Doce e o Brasil.
A Fitch também colocou sob "observação negativa" o "rating" da VCP (Votorantim Celulose e Papel). A "Observação negativa" significa, diz a Fitch, que a nota dessa empresa está sob ameaça de rebaixamento, a exemplo do que já ocorreu com a Aracruz.
Ontem, a Fitch já havia revisado de "positivo" para "estável" sua perspectiva de revisão dos "ratings" (nota de risco) para cinco bancos brasileiros de pequeno e médio porte: o Panamericano, o Tricury, o BicBanco, o Daycoval e o Pine.
Segundo a agência, a crise financeira global tornou o cenário mais difícil para esses bancos, já que precisam de recursos para operar, mas se defrontam com um ambiente em que o dinheiro circula com mais dificuldade no sistema financeiro.
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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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