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Dinheiro
10/10/2008 - 08h53

Japão vai propor ao G7 fundo de US$ 200 bi para países pequenos

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da France Presse

O Japão vai propor ao G7 (grupo dos sete países mais ricos) a criação de um fundo de emergência de cerca de US$ 200 bilhões para emprestar dinheiro aos países pequenos afetados pela crise financeira mundial, indicou nesta sexta-feira a imprensa japonesa.

A proposta será formulada nesta sexta-feira pelo ministro das Finanças japonês, Shoichi Nakagawa, quando se reunir em Washington com seus colegas e com os governadores dos bancos centrais do G7, segundo a agência de notícias japonesa Jiji e outros meios de comunicação.

Segundo a imprensa japonesa, Tóquio considera que esse fundo poderá ser financiado pelas reservas de câmbio dos países-membros do FMI (Fundo Monetário Internacional), da China e das potências petroleiras do Oriente Médio. Seria destinado aos países emergentes e aos pequenos Estados, como a Islândia, que precisam injetar capitais em seus bancos.

Comentários dos leitores
André Nader (7) 14/12/2009 12h51
André Nader (7) 14/12/2009 12h51
Essa medida da china em segurar a especulação imobiliária seria uma boa ideia para ser utilizada aqui em Brasília, onde a TERRACAP, empresa responsável por licitar os imóveis, ajuda os especuladores colocando os valores dos terrenos a preço de ouro o que ajuda a explicar porque o metro quadrado de Brasília está se tornando rapidamente o mais caro do BRASIL.
Isso se deve a distribuição de "PANETONES" a filiados politicos que "LAVAM" esse dinheiro comprando propriedades em nomes de terceiros ou justificando que um imóvel comprado a um ano por R$1.000,00 possa ser vendido no ano seguinte por R$3.000,00.
VERDADEIRA VERGONHA NACIONAL.
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Eduardo Giorgini (447) 14/12/2009 10h36
Eduardo Giorgini (447) 14/12/2009 10h36
Esses políticos brasileiros são vaidosos e ingenuos.
Isso significa que são facilmente compráveis por multinacionais e países ricos.
Brasil e a America Latina não é para crescer mas ser como sempre estivemos: Frágeis países em desenvolvimento que vive de espectativas, sem produção de valor agregado.
Somos meros mercados de empresas Norte-Americanas, Européias e Asiáticas.
Quem estudar nas melhores universidades do país verá que a mentalidade é formar mão de obra para os grandes, e não formar empreendedores.
Uma pena, pois o sofrido povo paga por isso, sem retorno.
E o nosso presidente tem um lado bom: Criar esperança e espectativa para os humildes, porém, sem resultados concretos.
Se o povo esta feliz, isso que importa.
[]s
Eduardo.
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Polycarpo Quaresma (43) 14/12/2009 09h09
Polycarpo Quaresma (43) 14/12/2009 09h09
Um projeto megalomanico dentro de um sistema interncional decadente com vários episodios de falência. Vão acabar vendendo as construções sor 20% do valor sem opinião
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