Banco central do Japão injeta mais de US$ 35 bi no sistema financeiro
da Efe
O Banco do Japão (banco central do país) forneceu hoje 3,5 trilhões de ienes (US$ 35,411 bilhões) para aliviar a situação dos mercados financeiros, informa a agência Kyodo.
Trata-se do 18º dia consecutivo em que o banco realiza uma provisão bilionária de emergência no mercado japonês.
Com esta nova contribuição, o BC japonês pretende fornecer maior liquidez ao sistema financeiro e suavizar as condições creditícias.
Desde que o banco de investimento americano Lehman Brothers quebrou, no dia 15 de setembro, o banco central japonês forneceu ao sistema financeiro 33,4 trilhões de ienes (US$ 332,172 bilhões).
Bancos centrais do mundo todo têm agido para tentar reverter a escassez de dinheiro nos mercados de crédito mundiais, a fim de reativar as tomadas de empréstimos e financiamentos e pôr novamente a economia mundial em movimento.
A mais recente ação conjunta de bancos centrais foi tomada nesta semana: Federal Reserve (Fed, o BC americano), Banco do Canadá, Banco da Inglaterra (BC britânico), BCE (Banco Central Europeu), Sveriges Riksbank (da Suécia) e SNB (Banco Nacional da Suíça, na sigla em inglês)-- cortaram suas taxas de juros, esperando que um barateamento do crédito aliviasse também a pressão sobre a taxa Libor (juro interbancário no mercado internacional), facilitando as trocas de capitais entre as instituições bancárias e estimulasse os empréstimos a pessoas e empresas.
Mesmo assim, as ações oficiais não surtiram efeito até o momento. Hoje, as Bolsas na Europa operam com perdas que chegam a cerca de 9%, no caso da Alemanha; na Ásia, a Bolsa de Tóquio caiu 11,3% nas primeiras negociações; no fim do dia, o indicador fechou em queda de 9,62%, aos 8.276,43. Ontem, o Dow Jones, em Nova York, caiu mais de 7%.
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Isso se deve a distribuição de "PANETONES" a filiados politicos que "LAVAM" esse dinheiro comprando propriedades em nomes de terceiros ou justificando que um imóvel comprado a um ano por R$1.000,00 possa ser vendido no ano seguinte por R$3.000,00.
VERDADEIRA VERGONHA NACIONAL.
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Isso significa que são facilmente compráveis por multinacionais e países ricos.
Brasil e a America Latina não é para crescer mas ser como sempre estivemos: Frágeis países em desenvolvimento que vive de espectativas, sem produção de valor agregado.
Somos meros mercados de empresas Norte-Americanas, Européias e Asiáticas.
Quem estudar nas melhores universidades do país verá que a mentalidade é formar mão de obra para os grandes, e não formar empreendedores.
Uma pena, pois o sofrido povo paga por isso, sem retorno.
E o nosso presidente tem um lado bom: Criar esperança e espectativa para os humildes, porém, sem resultados concretos.
Se o povo esta feliz, isso que importa.
[]s
Eduardo.
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