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Dinheiro
11/10/2008 - 11h59

França quer respostas urgentes à crise e critica timidez do G7

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da Efe, em Paris

O secretário de Estado francês para Assuntos Europeus, Jean-Pierre Jouyet, afirmou neste sábado que a crise financeira mundial precisa de respostas urgentes para garantir a estabilidade dos bancos e os depósitos dos cidadãos.

Jouyet afirmou, em debate transmitido pela televisão em Nantes, que os países-membros do Eurogrupo --convocados para uma reunião de emergência no domingo em Paris-- devem "encontrar uma resposta coordenada com a ajuda do Banco Central Europeu".

O secretário de Estado francês disse confiar que os líderes dos 15 países do Eurogrupo possam fazer com que os elementos da crise financeira "sejam levados em conta dentro do Pacto de Estabilidade e Crescimento" da União Européia.

Jouyet criticou o que denominou de respostas tímidas do Grupo dos Sete (G7, os países mais industrializados), que se reuniram na sexta-feira, em Washington, em relação à regulação necessária para tentar superar a crise financeira.

Para oi secretário, os países europeus, "em termos de regulação, poderiam ter respostas coordenadas ou dar pistas de reflexão em nível internacional."

"Temos que fazer de modo que (...) disponhamos de regras em relação à dotação em fundos próprios" dos bancos, e também no que diz respeito aos "mecanismos de supervisão bancária", acrescentou Jouyet.

Os ministros do G7 --Alemanha, Canadá, EUA, França, Reino Unido, Itália e Japão-- se reuniram com o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, para discutir uma resposta global à crise.

Bush afirmou neste sábado que vai cooperar com os outros países para resolver a crise financeira que abala o mercado mundial. "Todos nós reconhecemos que esta é uma séria crise global e por isso precisa de uma resposta global séria para o bem de nossas populações", disse.

Comentários dos leitores
celso assis (90) 18/12/2009 16h17
celso assis (90) 18/12/2009 16h17
Esta é sem dúvida mais uma noticia ruim que será considerada como boa pelos especuladores do Bovespa, que atualmente esão pulando como cabritos para manter o indice Ibovespa pelo menos em 67 mil pontos. Eh, eh, eh, eh sem opinião
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ismael coelho (3) 18/12/2009 15h52
ismael coelho (3) 18/12/2009 15h52
Sei que não generalizou quando falou de "sustentar Brasília". Apenas lembre-se que a classe política (senadores, deputados, etc) não é de Brasília. É tudo material importado. sem opinião
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Glauber Carrico (29) 18/12/2009 14h45
Glauber Carrico (29) 18/12/2009 14h45
E o governo Lulla, o que vai fazer neste caso? Vai se omitir mais uma vez, dizendo que não sabe de nada, e vai deixar o preço do álcool e do açúcar explodir? Ou vai dizer que quem tem carro é elite e não precisa de ajudar?
Será que se baixar os impostos do combustível, um pouquinho que seja, não vai ajudar a não subir tanto?
Ou será que este ao incentivar a produção de carros tipo 'flex' não tinham já em vista deixar vender carros a dar com pau, e agora subir o preço, simulando uma queda na safra, pra encher o bolso?
Ou então será que a alta no preço do álcool é pra compensar a renúncia dos impostos que baixaram?
Até quando tanta falcatrua, e até quando o zé povinho que recebe bolsa família vai acreditar?
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