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Dinheiro
11/10/2008 - 12h12

Angela Merkel diz que França e Alemanha estão unidas para reagir à crise

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da Efe
da France Presse

A chanceler alemã, Angela Merkel, declarou neste sábado que a França e a Alemanha estão "numa via comum para adotar uma reação coordenada e coerente da zona euro à crise financeira internacional".

Ela disse que será preciso "naturalmente margem de manobra para cada Estado-membro", na cidade de Colombey-les-Deux-Eglises (leste da França).

"Estamos conscientes de que as intervenções do Estado são necessárias porque mercados descontrolados não são capazes de encarar o problema", continuou Merkel, em entrevista à imprensa ao lado do presidente francês, Nicolas Sarkozy.

Ela destacou seu projeto comum de reunir os principais atores internacionais "ainda neste ano para traçar um plano de ordem financeira mais seguro para o planeta".

Yoan Valat/Efe
A chanceler alemã, Angela Merkel, se encontrou com o presidente da França, Nicolas Sarkozy, para discutir medidas contra a crise
A chanceler alemã, Angela Merkel, se encontrou com o presidente da França, Nicolas Sarkozy, para discutir medidas contra a crise

Merkel afirmou ainda que a Alemanha pode injetar capital em seus bancos como resposta à crise financeira, mas não planeja assumir uma fatia permanente das instituições.

O presidente francês afirmou, por sua vez, que se encontrará com o primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, no domingo, pouco antes da reunião com os demais líderes europeus. Participarão desse encontro o presidente do banco central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, e o presidente da Comissão Européia, José Manuel Barroso.

"Há nessa iniciativa a vontade de maximizar as chances de coordenação, ainda que todos tenham notado que Gordon Brown, os ingleses, não são parte da zona do euro", afirmou Sarkozy.

Mais França

O secretário de Estado francês para Assuntos Europeus, Jean-Pierre Jouyet, afirmou neste sábado que a crise financeira mundial precisa de respostas urgentes para garantir a estabilidade dos bancos e os depósitos dos cidadãos.

Jouyet afirmou, em debate transmitido pela televisão em Nantes, que os países-membros do Eurogrupo --convocados para uma reunião de emergência no domingo em Paris-- devem "encontrar uma resposta coordenada com a ajuda do Banco Central Europeu".

O secretário de Estado francês disse confiar que os líderes dos 15 países do Eurogrupo possam fazer com que os elementos da crise financeira "sejam levados em conta dentro do Pacto de Estabilidade e Crescimento" da União Européia.

Comentários dos leitores
André Nader (7) 14/12/2009 12h51
André Nader (7) 14/12/2009 12h51
Essa medida da china em segurar a especulação imobiliária seria uma boa ideia para ser utilizada aqui em Brasília, onde a TERRACAP, empresa responsável por licitar os imóveis, ajuda os especuladores colocando os valores dos terrenos a preço de ouro o que ajuda a explicar porque o metro quadrado de Brasília está se tornando rapidamente o mais caro do BRASIL.
Isso se deve a distribuição de "PANETONES" a filiados politicos que "LAVAM" esse dinheiro comprando propriedades em nomes de terceiros ou justificando que um imóvel comprado a um ano por R$1.000,00 possa ser vendido no ano seguinte por R$3.000,00.
VERDADEIRA VERGONHA NACIONAL.
sem opinião
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Eduardo Giorgini (447) 14/12/2009 10h36
Eduardo Giorgini (447) 14/12/2009 10h36
Esses políticos brasileiros são vaidosos e ingenuos.
Isso significa que são facilmente compráveis por multinacionais e países ricos.
Brasil e a America Latina não é para crescer mas ser como sempre estivemos: Frágeis países em desenvolvimento que vive de espectativas, sem produção de valor agregado.
Somos meros mercados de empresas Norte-Americanas, Européias e Asiáticas.
Quem estudar nas melhores universidades do país verá que a mentalidade é formar mão de obra para os grandes, e não formar empreendedores.
Uma pena, pois o sofrido povo paga por isso, sem retorno.
E o nosso presidente tem um lado bom: Criar esperança e espectativa para os humildes, porém, sem resultados concretos.
Se o povo esta feliz, isso que importa.
[]s
Eduardo.
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Polycarpo Quaresma (43) 14/12/2009 09h09
Polycarpo Quaresma (43) 14/12/2009 09h09
Um projeto megalomanico dentro de um sistema interncional decadente com vários episodios de falência. Vão acabar vendendo as construções sor 20% do valor sem opinião
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