Paulson diz que emergentes "não estão imunes" à crise financeira
da Efe, em Washington
O secretário do Tesouro americano, Henry Paulson, aconselhou neste sábado os governos dos países emergentes a tomarem medidas contra a crise financeira porque não estão imunes a seus efeitos.
Paulson reconheceu, em discurso perante o IMFC (Comitê Monetário e Financeiro Internacional, na sigla em inglês), o principal órgão diretor do FMI (Fundo Monetário Internacional), que as nações em desenvolvimento melhoraram suas bases econômicas.
No entanto, advertiu que "os mercados emergentes não estão imunes às tensões financeiras globais" e seus governos deveriam tomar medidas para reforçar sua proteção econômica e garantir a saúde do sistema financeiro.
Em seu discurso, Paulson admitiu a gravidade dos problemas enfrentados em todo mundo. "Os riscos que ameaçam o meio econômico global são os mais graves e difíceis da história recente", disse.
O secretário do Tesouro assinalou que a recente intensificação da turbulência financeira causou uma "reação em cadeia" e fez com que empresas não vinculadas ao setor bancário tivessem dificuldades para financiar suas operações normais.
"Estes eventos extraordinários requerem uma resposta global e autoridades financeiras de todo o mundo colaboram, com ações individuais e coletivas, quando é necessário, para responder aos desafios", disse Paulson, que em nenhum momento usou a palavra "crise" em seu discurso.
Paulson também pediu ao FMI que vigie com atenção especial os desequilíbrios nas taxas de câmbio.
O secretário do Tesouro pediu ao FMI que facilite o diálogo multilateral "para manter um sistema financeiro internacional aberto e estável."
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Ah, esqueci, essas pessoas só passam fome porque nao tiveram a 'tenacidade' para vencer na vida....
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Bem, essa forma de analise discordo. O que Obama fez em relação à crise foi a única opção e não devido a possíveis competências.
Isso acontece no Brasil tambem. Dizem que foi Lula que salvou o Brasil da crise, mas o que ele fez foi nada além de manter a inércia da política brasileira e com um pouco de sorte, deu certo de a crise não pegar tão forte.
Só que ao contrário do Brasil, o eleitorado Norte Americano exige mais, ainda mais depois do desastre de Bush.
Um presidente so quebra um país de for um ditador, caso contrário, setores da sociedade ajudam na tomada de decisões e o setor privado segura as pontas (que é o que acontece nos Estados Unidos e tambem no Brasil)
Inclusive hoje, um presidente não "pesa" tanto na condução de uma boa política de governo.
[]s
Eduardo.
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