Dinheiro
11/10/2008 - 17h16

Opep diz que crise pode levar à superoferta de petróleo

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da Efe, em Washington

A Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) disse hoje que existe o risco de "uma oferta excessiva" de petróleo na primeira metade de 2009, com o que pareceu sugerir um possível corte de sua produção.

O cartel se reunirá em 18 de novembro em caráter extraordinário para avaliar o nível de bombeamento, mas Mohammad Alipour-Jeddi, chefe de seu departamento de análise, antecipou que a organização acredita que a demanda de petróleo cairá devido à instabilidade econômica.

"Com a produção atual bastante acima da demanda prevista para o petróleo da Opep, há risco de uma provisão excessiva do mercado na primeira metade de 2009", disse Alipour-Jeddi.

De acordo com ele, o bombeamento no Brasil aumentará, enquanto cairá no México e no Mar do Norte.

O representante da Opep fez este comentário durante a reunião semestral do Comitê Monetário e Financeiro Internacional, principal órgão diretor do FMI (Fundo Monetário Internacional), que realiza neste fim de semana sua assembléia anual junto ao Banco Mundial.

Segundo ele, ano que vêm a demanda mundial de petróleo aumentará em 900 mil barris por dia, um número inferior à média dos últimos 20 anos.

Além disso, ressaltou que a previsão está suscetível a possíveis revisões em baixa dada a instabilidade econômica.

Alipour-Jeddi previu que os países que não pertencem à Opep subirão sua produção em 2009 em 900 mil barris por dia, apesar do enfraquecimento da demanda.

Comentários dos leitores
Luís da Velosa (1425) 25/11/2009 17h15
Luís da Velosa (1425) 25/11/2009 17h15
E depois da bonança, também pode vir a tempetade. O Natal pode parecer mais vibrante, luminoso, uma festa maravilhosa para o advento do nascimento do Menino Jesus. Mais tarde, de janeiro a novembro, muitos consumidores serão inumados por dívidas. sem opinião
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Marco Hundsdorfer (33) 25/11/2009 11h34
Marco Hundsdorfer (33) 25/11/2009 11h34
Cara Chris Maria.
Obrigado pela informação. Estamos tentando agora na Justiça, porque o INSS local diz que a doença não existe (O responsável local). Falo sério.
Para quem esta dando alta para quem tem cancer ou mãos amputadas...
Agradeço, e muito, sua colaboração, assim como agradeço à Folha de São Paulo por permitir retratar este descaso, não só comigo, mas com todos aqueles que necessitam de auxilio doença em Ponta Grossa - Paraná.
sem opinião
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Chris Maria (238) 25/11/2009 09h44
Chris Maria (238) 25/11/2009 09h44
Parte 1
Prezado colega Sr. Marco Hundsdorfer (32) 23/11/2009 19h18
Li seu comentário e achei lamentável que isso esteja acontecendo porque fibromialgia é uma forma de reumatismo associada à forma de sensibilidade de uma pessoa frente a um estímulo doloroso, envolvendo músculos, tendões e ligamentos. É bastante provável que o Sr tenha conhecimento, mas enfim, não custa nada passar esse tipo de informação, até porque, talvez seja preciso juntar uma série de informações adicionais, inclusive da Sociedade Brasileira de Reumatologia, para que o caso seja devidamente enquadrado. Mesmo tendo sido reconhecida nos USA, os profissionais da área de saúde continuavam usando a classificação do Código Internacional de Doenças (CID 10) aplicando o código M.79.0 - "Outros transtornos dos tecidos moles, não classificados em outra parte" (que por não ser específico incluía a Fibromialgia), código este fornecido pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Ocorre que atualmente ele não é mais utilizado e, portanto, não tem mais validade para atestar a Fibromialgia porque esta Síndrome ganhou um código CID próprio, fornecido pela própria OMS, que é o código M.79.7, passando assim a ser uma patologia totalmente reconhecida. De modo que este é C.I.D válido e deve ser usado pelos profissionais da área de saúde.
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