Publicidade

Dinheiro
11/10/2008 - 19h15

Comissário econômico da UE diz que região dá sinais profundos de desaceleração

Publicidade

da Efe, em Washignton

O comissário de Assuntos Econômicos e Monetários da UE (União Européia), Joaquín Almunia, disse neste sábado que a desaceleração na Europa dá sinais de estar se acentuando, em meio a um clima de incerteza e falta de confiança nos mercados.

"As perspectivas para a economia da UE se transformaram excepcionalmente em incertas nas últimas semanas", afirmou Almunia diante do IMFC (Comitê Monetário e Financeiro Internacional, na sigla em inglês), principal órgão diretor do FMI (Fundo Monetário Internacional), que realizou hoje sua reunião semestral.

Leia cobertura completa da crise financeira
Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA
Veja a lista de medidas já anunciadas no Brasil para combater a crise

"Os eventos acontecem de forma rápida e imprevisível. A confiança entre os participantes dos mercados financeiros foi derrubada, o que desacelerou" de forma significativa "o fluxo do crédito", explicou Almunia.

O comissário afirmou que os indicadores econômicos apontam para uma desaceleração "adicional" da atividade no terceiro trimestre deste ano.

Ele afirmou que o PIB (Produto Interno Bruto) europeu diminuiu pela primeira vez desde a introdução do euro.

Ao mesmo tempo, "os Estados Unidos provavelmente estão entrando em uma recessão", frisou Almunia.

O espanhol também disse que, com a queda dos preços das matérias-primas, a inflação está em baixa na UE. "Se forem confirmados, estes novos fatos poderiam justificar alguma redução das taxas de juros a curto prazo", previu.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (442) 04/12/2009 11h31
Eduardo Giorgini (442) 04/12/2009 11h31
Concordo!
Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
sem opinião
avalie fechar
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
19 opiniões
avalie fechar
Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
A repeito da recuperação de mercados..... A dizer da econômia brasileira, no termo equilibrio, travessia, em termos econômicos um bom comparativo, uma ponte, com bons fundamentos (extrutura), tensionada, fortemente exigida, mas com capacidade para resistir, suportar "o uso" e "abusos". Com isto certamente possibilita um avanço significativo em termos econômicos, em ganhos em diversos niveis, um crecimento, uma melhoria de padrão geral, a formação de um novo conceito de solidez, de desenvolvimento como um todo. Imperativo o controle de gastos "em época eleitoral", os famosos desperdicios, as demagogias, erros, politicagem,propaganda enganosa. época que se faz nescessário ampliação de critérios, e cobranças com os gastos, em obras sem útilidade efetiva, e ou duradoura. Do história inicio de ano, época de férias.....atividades reduzidas, coisas se bem pensadas e organizadas podem dar bons resultados aos trabalhadores, empresas, consumidor, já no trimestre seguinte, cautela, controles, agilidade operacional, e de sistemas produtivos, ...... 2 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (4392)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca