Dinheiro
13/10/2008 - 12h30

Bush reafirma que trabalhará com outros países contra a crise

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da Efe

O presidente de EUA, George W. Bush, voltou a dizer nesta segunda-feira que trabalhará com outros países para resolver a crise econômica e devolver estabilidade ao sistema financeiro.

"Nesses tempos de turbulências econômicas, estamos trabalhando com outros governos para resolver os problemas dos mercados financeiros", disse Bush em declarações prévias a seu encontro com o primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, na Casa Branca.

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Bush, que se reuniu neste fim de semana com os ministros de Finanças do G7 (grupo dos sete países mais ricos) e de outros países, assinalou que "todos nós continuaremos tomando medidas responsáveis e contundentes para recuperar os créditos e a estabilidade, e voltar a um crescimento econômico vigoroso".

O presidente americano fez as declarações poucos minutos depois da abertura da Bolsa de Nova York, que iniciou sua jornada com um forte tendência de alta, impulsionada pelos compromissos assumidos neste fim de semana pelos EUA e pelos países da zona do euro para aumentar a liquidez bancária e estimular o fluxo do crédito.

No sábado (11), logo após a reunião do G7, Bush afirmou que vai cooperar com os outros países para resolver a crise financeira que abala o mercado mundial. "Todos nós reconhecemos que esta é uma séria crise global e por isso precisa de uma resposta global séria para o bem de nossas populações", afirmou. "Estamos envolvidos nisso juntos, e sairemos juntos."

No mesmo dia, em seu programa de rádio, Bush pediu confiança aos americanos. "No curto prazo, vamos continuar enfrentando desafios", afirmou. "Mas no longo prazo os americanos têm razões para estar confiantes."

A reunião de Bush com o G7 ocorre após o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Henry Paulson, ter anunciado na sexta-feira (10) que o governo dos Estados Unidos vai comprar ações de instituições financeiras com fundos do pacote de US$ 700 bilhões aprovado pelo Congresso americano. "Estamos desenvolvendo estratégias (...) para adquirir participações nas instituições financeiras conforme for necessário para impulsionar a estabilidade nos mercados financeiros", disse Paulson.

Na sexta-feira (10) Bush disse que o sistema financeiro americano não está isolado do resto do mundo . "Estamos trabalhando com o mundo inteiro", disse o presidente, o que, segundo ele, representa um "sinal inequívoco de que vamos superar os problemas juntos".

Comentários dos leitores
Guilherme Lemmi (225) 23/11/2009 14h48
Guilherme Lemmi (225) 23/11/2009 14h48
Sobre a reportagem "Livre mercado é melhor modelo econômico apesar da crise, dizem bilionários", interessante, a Folha deveria perguntar para o 1 bilhao de pessoas que passam fome no mundo, se eles concordam com essa opinião.
Ah, esqueci, essas pessoas só passam fome porque nao tiveram a 'tenacidade' para vencer na vida....
sem opinião
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JOSE MOTTA (48) 23/11/2009 13h53
JOSE MOTTA (48) 23/11/2009 13h53
ISSO É PRIMEIRO MUNDO. POVO POLITIZADO,MAS PERIMERISSIMO MUINDO SÃO ALGUS PAISES EUROPEUS E CANADÁ. ESTAMOS LONGE DE CHEGAR LÁ. sem opinião
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Eduardo Giorgini (419) 23/11/2009 10h16
Eduardo Giorgini (419) 23/11/2009 10h16
Bom dia!
Bem, essa forma de analise discordo. O que Obama fez em relação à crise foi a única opção e não devido a possíveis competências.
Isso acontece no Brasil tambem. Dizem que foi Lula que salvou o Brasil da crise, mas o que ele fez foi nada além de manter a inércia da política brasileira e com um pouco de sorte, deu certo de a crise não pegar tão forte.
Só que ao contrário do Brasil, o eleitorado Norte Americano exige mais, ainda mais depois do desastre de Bush.
Um presidente so quebra um país de for um ditador, caso contrário, setores da sociedade ajudam na tomada de decisões e o setor privado segura as pontas (que é o que acontece nos Estados Unidos e tambem no Brasil)
Inclusive hoje, um presidente não "pesa" tanto na condução de uma boa política de governo.
[]s
Eduardo.
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