Dinheiro
13/10/2008 - 12h58

Banco Central italiano coloca 40 bi de euros à disposição de bancos

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da France Presse, em Roma

O Banco Central da Itália colocou à disposição dos bancos para financiamento 40 bilhões de euros (cerca de US$ 54 bilhões), caso seja necessário, informou o diretor da entidade, Mario Draghi.

"Os bancos privados poderão trocar seus títulos com os do BC da Itália, que são mais sólidos, para que possam se financiar ante o Banco Central Europeu", explicou Draghi.

Essa troca permitirá aos bancos obter liquidez, mas tem um custo, que não foi especificado por Draghi.

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Anteriormente, o ministro da Economia, Giulio Tremonti, afirmou que a Itália gastará o necessário para ajudar os bancos e a estabilidade do sistema financeiro nacional.

O ministro disse que serão oferecidas garantias do Estado por 36 meses a favor dos correntistas de somas depositadas em bancos italianos.

Há uma semana o ministro Tremonti havia enfatizado que o governo não dispunha de um fundo específico para ajudar os bancos e sim que ia intervir segundo cada caso.

A iniciativa da Itália se somam aos 1 trilhão de euros (cerca de US$ 1,4 trilhão) que os países da zona do euro (que usam o euro como moeda única) já tinham anunciado nesta segunda-feira.

Os 15 países concordaram no domingo, em Paris, em criar um plano conjunto para atacar a crise centrado em dois pilares: a garantia dos empréstimos interbancários e o apoio às entidades para evitar sua quebra, recorrendo, inclusive, a recapitalizações. Esta "caixa de ferramentas" será aplicada em nível nacional, de acordo com a disponibilidade financeira e com as prioridades de cada um dos países.

Até o final da manhã de hoje, cinco dos 15 países que estão na zona do euro e já liberaram recursos na ordem de 1,08 trilhão de euros (US$ 1,47 trilhão): Alemanha (500 bilhões de euros, ou cerca de US$ 815 bilhões), França (360 bilhões de euros, ou cerca de US$ 490 bilhões), Espanha (100 bilhões de euros, ou cerca de US$ 136 bilhões), Áustria (100 bilhões de euros) e Portugal (20 bilhões de euros, ou cerca de US$ 27 bilhões).

A maior parte dos recursos oferecidos pelos países europeus para acalmar os ânimos do setor financeiro será usado para garantir empréstimos interbancários. Mas austríacos, alemães e franceses também liberaram dinheiro para a compra de ações dos bancos mais prejudicados.

Comentários dos leitores
Antonio Rodrigues Ferreira (54) 09/11/2009 13h41
Antonio Rodrigues Ferreira (54) 09/11/2009 13h41
Sr. CASSIO TAVARES - Sobre seu comentario:
Querer culpar o FHC pela pessima qualidade do ensino no Brasil é PURA FALTA DE BOM SENSO. O LULA já gastou sete dos oito anos e NADA FEZ.
Então porque não dizer que a culpa é dos DOIS??
Para se fazer algo, é preciso ter um diagnostico do problema, o que foi feito no Governo anterior. O PROVÃO, o ENEM dá ao Governo todas as informações para ele saber onde deve colocar os recursos e melhorar. Cadê a ação?
Ter uma população DESINFORMADA, SÓ AJUDA AOS POLITICOS. Dar bolsa familia também, quando não se ajuda a inserir os beneficiarios no mercado de trabalho. Esse era o projeto anterior. Cadê ação nesse sentido? Porque não copiaram essa parte do projeto do Governo anterior??
VOU REPETIR SEMPRE; Neste apaço, vejo MUITAS OPINIOES SENSATAS, MAS AINDA PREDOMINA AS TENDENCIOSAS.
PORQUE NÃO PARAMOS DE DISCUTIR QUEM É O MELHOR ENTRE LULA E FHC E APONTEMOS OS ERROS DE MODO A CONTRIBUIR PARA QUE SEJAM CORRIGiDOS?
Antonio R. Ferreira - B.Horizonte-MG
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O Pacificador (60) 09/11/2009 11h59
O Pacificador (60) 09/11/2009 11h59
Se o Brasil crescer 5% em 2010, como chutou o ACHÓLOGO Lula, ainda crescerá aproximadamente a metade da China e da Índia, por exemplo.
E quanto ao outro chutão dele, que as reservas chegariam a US$ 300 bi "em breve", seria interessante ele complementar a informação, dizendo a quanto chegará nossa dívida interna, que consta já estar acima de R$1 trilhão.
De qualquer forma, o governo federal, poderia então, com toda está abundância de caixa, dar o exemplo e pagar os precatórios federais, essa indecência que é tomar algo do cidadão, e pagar quando quiser, e se quiser.
Quem sabe assim os Estados, não seguissem o exemplo também, não é?
3 opiniões
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Cassio Tavares (542) 07/11/2009 22h14
Cassio Tavares (542) 07/11/2009 22h14
Marcos Hundsdofer, me desculpe se escrevi seu nome errado por ser um nome não muito comum a nós brasileiros. Mas o assunto é outro. Voce diz que a educação é fundamental para o desenvolvimento do país, qualquer que ele seja. Concordo plenamente. Acontece que o Brasil foi governado por 8 anos por um senhor que disse assim : ESQUEÇAM DE TUDO QUE ESCREVI. E aí. Um cidadão que fez curso superior, sabe falar, ingles, frances, polones, noruegues, chines, japones, paquistanes, mas não sabe portugues. É que ele fez uma confusão tão grande que no fim não sabia nem portugues. Como podemos ter uma educação de qualidade se o mais alto mandatário diz que é para botar fogo em tudo que escreveu e que vai um dia ( que Deus o tenha, apezar de ateu ) morre de uma doença rara : dor de cotovelo ou a conhecida, inveja.
E como tratar bem os aposentados se ele disse assim :
ESSES APOSENTADOS SÃO TODOS UNS VAGABUNDOS. Não tentem consertar o que ele disse porque senão a emenda vai ficar pior que o soneto.
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