Banco Central italiano coloca 40 bi de euros à disposição de bancos
da France Presse, em Roma
O Banco Central da Itália colocou à disposição dos bancos para financiamento 40 bilhões de euros (cerca de US$ 54 bilhões), caso seja necessário, informou o diretor da entidade, Mario Draghi.
"Os bancos privados poderão trocar seus títulos com os do BC da Itália, que são mais sólidos, para que possam se financiar ante o Banco Central Europeu", explicou Draghi.
Essa troca permitirá aos bancos obter liquidez, mas tem um custo, que não foi especificado por Draghi.
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Anteriormente, o ministro da Economia, Giulio Tremonti, afirmou que a Itália gastará o necessário para ajudar os bancos e a estabilidade do sistema financeiro nacional.
O ministro disse que serão oferecidas garantias do Estado por 36 meses a favor dos correntistas de somas depositadas em bancos italianos.
Há uma semana o ministro Tremonti havia enfatizado que o governo não dispunha de um fundo específico para ajudar os bancos e sim que ia intervir segundo cada caso.
A iniciativa da Itália se somam aos 1 trilhão de euros (cerca de US$ 1,4 trilhão) que os países da zona do euro (que usam o euro como moeda única) já tinham anunciado nesta segunda-feira.
Os 15 países concordaram no domingo, em Paris, em criar um plano conjunto para atacar a crise centrado em dois pilares: a garantia dos empréstimos interbancários e o apoio às entidades para evitar sua quebra, recorrendo, inclusive, a recapitalizações. Esta "caixa de ferramentas" será aplicada em nível nacional, de acordo com a disponibilidade financeira e com as prioridades de cada um dos países.
Até o final da manhã de hoje, cinco dos 15 países que estão na zona do euro e já liberaram recursos na ordem de 1,08 trilhão de euros (US$ 1,47 trilhão): Alemanha (500 bilhões de euros, ou cerca de US$ 815 bilhões), França (360 bilhões de euros, ou cerca de US$ 490 bilhões), Espanha (100 bilhões de euros, ou cerca de US$ 136 bilhões), Áustria (100 bilhões de euros) e Portugal (20 bilhões de euros, ou cerca de US$ 27 bilhões).
A maior parte dos recursos oferecidos pelos países europeus para acalmar os ânimos do setor financeiro será usado para garantir empréstimos interbancários. Mas austríacos, alemães e franceses também liberaram dinheiro para a compra de ações dos bancos mais prejudicados.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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