Capitalismo continuará igual, diz lingüista Noam Chomsky
da Folha Online
Um dos intelectuais de esquerda mais respeitados do planeta, o lingüista Noam Chomsky, 79, acha que a atual crise econômica não vai mudar o capitalismo. A entrevista concedida a Fernando Rodrigues pode ser lida na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
Leia cobertura completa da crise financeira
Fernando Canzian: Crise: o que vem por aí
Chomsky descarta a possibilidade de um novo tipo de capitalismo surgir no pós-crash, com maior presença do Estado. Segundo ele, os governos evitam usar o termo estatização até mesmo quando se trata de assumir o controle, ainda que só por algum tempo, de alguns bancos e corretoras que faliram por causa da crise atual.
Para o professor do MIT (Massachusetts Institute of Technology), uma das mais renomadas instituições de ensino superior dos EUA, se o governo norte-americano assumisse publicamente algumas de suas ações como "estatizações", poderia abrir espaço para que os cidadãos do país também passassem a reivindicar o poder de interferir na condução do sistema. Isso porque "em princípio, o governo representa o público", diz.
Leia a entrevista completa na Folha desta terça-feira, que já está nas bancas.
Leia mais
- Bolsa de Tóquio sobe 14% na sua maior alta diária da história
- EUA devem adquirir US$ 250 bi em ações de instituições financeiras
- América Latina terá fundo de US$ 9,3 bi para combate à crise
- GM antecipa fechamento de fábrica nos EUA por queda na demanda
- BC já queimou quase US$ 3,5 bi das reservas internacionais, diz Mantega
- Fed e Tesouro se reúnem com bancos para discutir pacote anticrise
- América Latina terá fundo de US$ 9,3 bi para combate à crise
Livraria
- Conheça a obra de NOAM CHOMSKY, um dos grandes pensadores da atualidade
- Entenda a CRISE ECONÔMICA pela ótica de Karl Marx
Especial



O Brasil nao teve problemas porque os bancos nao precisaram correr risco nenhum tiveram lucro usando dinheiro do governo com alto juros aprovado pelo governo, mas como os custos em geral estao crescendo muito impulsionado por propagandas suspeitas, quem pode quebrar no Brasil e a classe media pois nao terao $$ para pagar o alto custo dos servicos de crecdito brasileiro.
Portanto olho vivo nao se deixem individar por propagandas enganosas...a coisa pode quebrar, temos que ter o pe no cha.
avalie fechar
avalie fechar
avalie fechar