Dinheiro
14/10/2008 - 03h52

Capitalismo continuará igual, diz lingüista Noam Chomsky

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da Folha Online

Um dos intelectuais de esquerda mais respeitados do planeta, o lingüista Noam Chomsky, 79, acha que a atual crise econômica não vai mudar o capitalismo. A entrevista concedida a Fernando Rodrigues pode ser lida na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

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Chomsky descarta a possibilidade de um novo tipo de capitalismo surgir no pós-crash, com maior presença do Estado. Segundo ele, os governos evitam usar o termo estatização até mesmo quando se trata de assumir o controle, ainda que só por algum tempo, de alguns bancos e corretoras que faliram por causa da crise atual.

Para o professor do MIT (Massachusetts Institute of Technology), uma das mais renomadas instituições de ensino superior dos EUA, se o governo norte-americano assumisse publicamente algumas de suas ações como "estatizações", poderia abrir espaço para que os cidadãos do país também passassem a reivindicar o poder de interferir na condução do sistema. Isso porque "em princípio, o governo representa o público", diz.

Leia a entrevista completa na Folha desta terça-feira, que já está nas bancas.

Comentários dos leitores
celso assis (73) 29/11/2009 20h04
celso assis (73) 29/11/2009 20h04
E OS IMÓVEIS NO BRASIL QUE SUBIRAM NO MINIMO 30 A 40% NOS ULTIMOS 12 MESES VÀO DAR SEU TOMBO QDO? sem opinião
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celso assis (73) 29/11/2009 20h02
celso assis (73) 29/11/2009 20h02
Enqto o presidente do Bco. Central Sr. Meirelles, avisa que vai tudo bem, mas poderá haver problemas à frente, portanto evitem exuberância irracional, os gananciosos chefões do Bradesco e Itau, bancos especialistas em esfoliar seus clientes e o povão, dizem que só há maravilhas a frente. QUE DIFERENÇA NÃO. sem opinião
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O Pacificador (224) 29/11/2009 15h33
O Pacificador (224) 29/11/2009 15h33
"Crise em Dubai pode ameaçar países emergentes..."
A grande pergunta aqui é se esse "problema" em Dubai, é o reflexo ainda da crise de um ano atrás, ou é o aviso que a tal crise ainda não acabou e está agora entrando em outra fase?
Portanto, Dubai é reflexo, consequência ou início de um novo ciclo de destruição econômica?
sem opinião
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