França já está em recessão, avalia banco central
da France Presse
O PIB (Produto Interno Bruto) caiu na França 0,1% no terceiro trimestre de 2008, segundo estimativa do Banco da França (banco central do país, ligado ao Banco Central Europeu), o que confirma que a segunda maior economia da zona do euro está em recessão.
O PIB francês registrou forte baixa de 0,3% no segundo trimestre.
Do ponto de vista técnico, a recessão acontece quando há pelo menos dois trimestres consecutivos de queda da atividade econômica.
A França não passava por esta situação desde 1993.
Em 12 de setembro o BDF, que esperava uma alta de 0,1% do PIB no terceiro trimestre, teve que revisar as previsões para baixo, confirmando as expectativas do Insee (Instituto Nacional de Estatísticas e Estudos Econômicos).
A estimativa divulgada hoje ficou em linha com a previsão anunciada no início do mês pelo ministro do Orçamento da França, Eric Woerth. No último dia 3, ele disse que a economia francesa entrou em "recessão técnica", anunciando que o Insee já estimava um retrocesso de 0,1% no terceiro e no quarto trimestres, depois de ter retrocedido 0,3% no segundo.
"Houve dois trimestres de crescimento negativo, isso se chama recessão técnica. Tivemos um ano de 2008 com um crescimento de 1%, certamente não é muito, é até pouco, mas é crescimento", disse Woerth.
Criticando o "jogo de gato e rato" entre a imprensa e o governo para ver quem pronuncia "a palavra que não deve ser pronunciada" (referindo-se ao termo recessão), Woerth considerou que o "importante é o que fazemos", porque "não podemos estar satisfeitos com um crescimento de 1%".
A Irlanda foi o primeiro país da zona do euro a entrar em recessão: O PIB irlandês no segundo trimestre teve uma contração de 0,5%, depois de uma contração de 0,3% no primeiro. O país se tornou assim o primeiro da zona do euro a entrar em recessão. Segundo o governo, fatores como investimentos de capital, gastos dos consumidores e atividade de construção tiveram queda, derrubando a economia.


Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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