Dinheiro
15/10/2008 - 12h17

Islândia corta taxa de juros em 3,5 pontos, para 12%

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da Efe, em Copenhague

O Banco Central da Islândia anunciou nesta quarta-feira a redução da taxa básica de juros em 3,5 pontos percentuais, para 12% ao ano, como resposta à crise econômica que afeta o país.

A autoridade monetária informou que, antes de tomar a decisão, manteve discussões informais com representantes do setor privado e com "outras partes", para analisar a gravidade da situação.

As turbulências econômicas das últimas semanas, o colapso do sistema financeiro, a queda da demanda e a contração da economia são alguns dos fatores citados pelo Banco Central da Islândia, que revisará os juros novamente em 6 de novembro.

A Bolsa de Reykjavik, que ontem retomou atividade após três dias fechada, mantém hoje, até o momento, a tendência negativa, mas de forma muito mais moderada, depois da baixa de 76% desta terça-feira.

A cotação das ações dos principais bancos do país, nacionalizados após um decreto do governo na semana passada, continua suspensa.

Uma delegação islandesa negocia em Moscou a concessão de um crédito extraordinário, enquanto as autoridades islandesas mantêm também contatos com o FMI (Fundo Monetário Internacional) sobre uma possível ajuda para evitar o colapso econômico.

Os bancos centrais da Suécia, Noruega e Dinamarca aprovaram em maio um crédito extraordinário no valor de 1,5 bilhão de euros (cerca de US$ 2 bilhões) ao BC da Islândia para fortalecer a moeda e estabilizar a economia do país.

O Banco Central da Islândia utilizou esse acordo para pegar emprestados 400 milhões de euros dos bancos nacionais dinamarquês e norueguês, confirmaram as autoridades destes países.

O primeiro-ministro dinamarquês, Anders Fogh Rasmussen, tinha anunciado ontem, em um encontro com a imprensa estrangeira, que os outros países nórdicos apoiariam economicamente a Islândia, mas depois esclareceu que se referia ao crédito extraordinário de maio, sem descartar também iniciativas adicionais.

Comentários dos leitores
joão nascimento (229) 30/11/2009 20h50
joão nascimento (229) 30/11/2009 20h50
lula ja que voce e o rei da cocada preta pois o brasil nos eixo lucrativo da economia com sua equipe de petista,mande uma equipe a altura para a venezuela por sua contas em ordem com um pouco do dinheiro do pre sal junto com o pac o bolsa familia e mais delubio,joão paulo cunha ,tarso genro,ze dirceu e waldomiro diniz,duda mendonça pra arrumar a imagem do hugo perante a população e a america latina,marcos valerio para assumir os bancos tomados na mão grande e a cara dele o palocci como o el ministro,genoino se o sr. quiser ir vai tambem depois das eleições de 2010 sem opinião
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Carlos Gonçalves (418) 30/11/2009 20h01
Carlos Gonçalves (418) 30/11/2009 20h01
Na década de 90 existiam em torno de 13 trilhões de dólares, recursos especulativos que viajavam para lá e para cá, surrupiando as economias emergentes e subdesenvovidas, ninguém fez nada. Como pombas de arribação que baixam sobre uma plantação deixando o rastro de destruição. Ninguém conteve essa fúria, agora explodiu nos EUAs e em Dubai, continua sem receeber as devidas punições seus donos. Quando será então que os povos passarão o fino da espada para ceifar de vez esse agentes criminosos, livres e protegidos. A organização do Estado jamais fará isso. Somente o povo é capaz de passar a limpo tudo isso, para isso precisa se achar capaz e não temer os custos cruentos da decisão. sem opinião
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O Pacificador (226) 30/11/2009 17h29
O Pacificador (226) 30/11/2009 17h29
A única coisa que não está em recessão na Venezuela, é a imensa boca do Chávez...
Que fala, fala, fala e não diz nada.
A intensa perseguição á iniciativa privada, com a estatização de empresas via decreto, estão acabando com a precária economia do país.
O fechamento de dois bancos agora, é só a cerejinha que faltava...
É isso aí Chávez, se tinha alguém querendo embarcar na canoa furada do bolivarianismo falido, com esta quebradeira toda, até a cumpanherada saí correndo...
sem opinião
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