Plano anticrise europeu não tem efeito imediato, adverte ministro espanhol
da France Presse, em Bruxelas
O ministro da Economia da Espanha, Pedro Solbes, disse em Bruxelas que a queda das Bolsas nesta quarta-feira depois de dois dias de altas é reflexo de uma "confiança que não se recupera da noite para o dia" e que as ajudas públicas aos bancos não têm efeito imediato.
"Vimos nas últimas horas que não é decisão com efeito direto, nem sequer válida de imediato", disse o ministro espanhol na cúpula européia de Bruxelas, referindo-se às medidas de ajuda ao setor bancário.
"Estes processos não são lineares nem automáticos. Quero dizer com isso que a confiança não vai ser recuperada da noite para o dia", sentenciou, antecipando novas grandes quedas nos mercados acionários.
Solbes acompanha o presidente do Governo espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, numa cúpula de chefes de Estado e de Governo da União Européia, nesta quarta e na quinta-feira, durante a qual deverão ser ampliadas aos 27 países do bloco as medidas estabelecidas domingo em Paris pelos 15 países da zona do euro.
As discussões dos 27 prosseguirão nesta quinta-feira, depois de a República Tcheca ter apresentado algumas objeções, segundo fontes diplomáticas.
"Diria que existe um consenso generalizado em relação à extensão das medidas" aos 27, e "espero que isso se refletirá nas conclusões", disse Solbes.
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Obrigado pela informação. Estamos tentando agora na Justiça, porque o INSS local diz que a doença não existe (O responsável local). Falo sério.
Para quem esta dando alta para quem tem cancer ou mãos amputadas...
Agradeço, e muito, sua colaboração, assim como agradeço à Folha de São Paulo por permitir retratar este descaso, não só comigo, mas com todos aqueles que necessitam de auxilio doença em Ponta Grossa - Paraná.
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Prezado colega Sr. Marco Hundsdorfer (32) 23/11/2009 19h18
Li seu comentário e achei lamentável que isso esteja acontecendo porque fibromialgia é uma forma de reumatismo associada à forma de sensibilidade de uma pessoa frente a um estímulo doloroso, envolvendo músculos, tendões e ligamentos. É bastante provável que o Sr tenha conhecimento, mas enfim, não custa nada passar esse tipo de informação, até porque, talvez seja preciso juntar uma série de informações adicionais, inclusive da Sociedade Brasileira de Reumatologia, para que o caso seja devidamente enquadrado. Mesmo tendo sido reconhecida nos USA, os profissionais da área de saúde continuavam usando a classificação do Código Internacional de Doenças (CID 10) aplicando o código M.79.0 - "Outros transtornos dos tecidos moles, não classificados em outra parte" (que por não ser específico incluía a Fibromialgia), código este fornecido pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Ocorre que atualmente ele não é mais utilizado e, portanto, não tem mais validade para atestar a Fibromialgia porque esta Síndrome ganhou um código CID próprio, fornecido pela própria OMS, que é o código M.79.7, passando assim a ser uma patologia totalmente reconhecida. De modo que este é C.I.D válido e deve ser usado pelos profissionais da área de saúde.
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