Banco do Japão injeta mais US$ 2,988 bi após queda em Wall Street
da Folha Online
O Banco do Japão (banco central do país) realizou nesta quinta-feira uma nova injeção de dinheiro no mercado, de 300 bilhões de ienes (cerca de US$ 2,98 bilhões), depois que as Bolsas em Wall Street tiveram fortes perdas ontem, informou a agência local Kyodo.
A medida ocorre depois que ontem, pela primeira vez em 20 dias, o BC japonês realizou sua primeira absorção de capital, de 1 trilhão de ienes (US$ 9,871 bilhões).
Hoje, o banco central ofereceu 600 bilhões de ienes (US$ 5,976 bilhões) ao mercado financeiro, mas, no final do dia, retirou 300 bilhões de ienes para facilitar as operações no mercado monetário.
No total, o Banco do Japão já injetou no mercado 35,3 trilhões de ienes (cerca de US$ 354,4 bilhões) desde que o banco de investimentos americano Lehman Brothers anunciou sua quebra, em 15 de setembro.
Ontem, o Dow Jones Industrial Average, principal índice da Bolsa de Nova York, recuou 733 pontos, a segunda maior queda em pontos da história, ou 7,87%, a maior perda percentual em 21 anos.
Na semana passada, a crise causou a primeira vítima no setor financeiro do país, o grupo de seguros Yamato Life Insurance. Mergulhada em dívidas de 269,5 bilhões de ienes (cerca de US$ 2,6 bilhões), superior ao total de seus ativos, a Yamato Life declarou a quebra no tribunal de Tóquio. Trata-se da primeira vez em sete anos e somente a oitava desde 1945 que uma seguradora se declara em quebra no Japão.
O ministro das Finanças japonês, Shoichi Nakagawa, disse que esta quebra se deve apenas à estrutura de gestão da Yamato Life e não reflete a fragilidade no conjunto do setor japonês de seguros.
Várias empresas do setor imobiliário japonês se declararam em quebra nas últimas semanas, vítimas da contração do crédito. A última delas, a New City Residence Investment, anunciou sua quebra na quinta-feira por incapacidade de obter fundos para comprar bens e pagar suas dívidas.
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Em São Paulo, capital, 5% do PIB é da administração pública, o resto é privado, ou seja, 95% de gente ralando de verdade.
Conclusão: Isso é um dado interessante de quem realmente trabalha nesse país e sustenta toda a embromação de , por exemplo, Brasília.
Brasil é isso: Todos ralando para sustentar Brasília que vive de 100% de dinheiro público.
[]s
Eduardo.
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