Preços ao consumidor nos EUA ficam estáveis em setembro
da Folha Online
Atualizado às 10h35
O CPI (Índice de Preços ao Consumidor) nos EUA ficou estável em setembro, refletindo os recuos nos preços de gasolina, roupas e carros novos, que ofuscaram as altas nos preços de alimentos, cuidados médicos e outros itens, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pelo Departamento do Trabalho.
O índice apresentou estabilidade depois de uma queda de 0,1% em agosto, informou o departamento. Nos 12 meses até setembro o índice acumulou alta de 4,9% (dado sem ajuste sazonal), enquanto no trimestre até o mês passado a alta acumulada foi de 2,6%.
O núcleo dos preços (que exclui alimentos e energia) teve ligeira variação para cima, mostrando alta de 0,1%.
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A alta de preços no ano, combinada à queda nas expectativas dos americanos devido à crise financeira que vem se espalhando para a economia real, deve reduzir ainda mais os gastos com consumo nos próximos meses, segundo analistas.
Ontem, o Departamento do Comércio informou que as vendas no varejo dos Estados Unidos caíram 1,2% em setembro, maior recuo em três anos. A retração das vendas foi puxada com a queda de 3,8% nas vendas de veículos. Excluindo o comércio de veículos, as vendas também apresentaram fragilidade, em queda de 0,6% --o dobro do esperado nesta comparação.
Ontem, o governo americano informou que os preços no atacado recuaram 0,4% em setembro devido ao forte recuo dos custos de energia. Excluindo a variação de preços dos alimentos e energia, no entanto, o índice avançou 0,4% --o dobro projetado pelos economistas.
Os custos de energia recuaram 2,9% em setembro, após queda de 4,6% em agosto.
Também ontem, o Federal Reserve (Fed, o BC americano) divulgou o "Livro Bege" (documento com dados econômicos coletados nas 12 divisões regionais do Fed), atividade econômica nos Estados Unidos "se debilitou em setembro". Segundo o relatório, o gasto dos consumidores, que, nos EUA, equivale a mais de dois terços do PIB (Produto Interno Bruto), caiu em setembro na maioria dos distritos, tanto no comércio quanto nas vendas de veículos e no turismo.
O presidente do Fed, Ben Bernanke, afirmou horas antes da divulgação do "Livro Bege" que a economia norte-americana vai se recuperar, porém lentamente. Em discurso no Clube de Economia de Nova York, ele disse estar convencido de que a economia do país sairá fortalecida da crise.
Bernanke afirmou que "os problemas na economia e nos mercados são grandes e complexos". "Mas a meu ver, nosso governo conta agora com as ferramentas necessárias para enfrentá-los e resolvê-los."
O secretário do Tesouro dos EUA, Henry Paulson, disse que a compra, por parte do governo, de ações de instituições bancárias estabilizará o sistema financeiro, mas advertiu que continuarão as dificuldades econômicas.
"Não há dúvida de que a forma de obter o maior impacto do dinheiro dos contribuintes aqui era investir nos bancos", disse Paulson no programa "Good Morning América" da rede americana de televisão ABC.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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