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Dinheiro
16/10/2008 - 10h46

Alemanha reduz de 1,2% para 0,2% previsão em crescimento em 2009

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da France Presse
da Efe, em Berlim

O governo da Alemanha reduziu a 0,2% a projeção de crescimento econômico para 2009, contra uma estimativa anterior de 1,2%, informou o ministro da Economia, Michael Glos.

Para este ano, a previsão de crescimento permanece em 1,7% do PIB (Produto Interno Bruto), uma queda considerável em relação aos 2,5% registrados em 2007.

Ontem (15), a chanceler alemã, Angela Merkel, disse que a economia mundial está diante "de seu maior desafio desde a década de 20" e por isto pediu no Parlamento o apoio dos deputados ao pacote de resgate bancário aprovado por seu governo em conjunto com outros países.

Merkel advertiu que, apesar de os mercados terem respondido bem à ação internacional, "o perigo ainda não passou".

A dirigente democrata-cristã defendeu a decisão de seu governo de intervir na crise e afirmou que, "diante dos excessos vividos nos mercados, era necessário que o Estado, como guardião da ordem, assumisse o controle".

Entre os pontos essenciais do programa estão avais públicos no valor de 400 bilhões de euros (US$ 538 bilhões) para incentivar os créditos interbancários e a compra de pacotes de ações dos bancos particulares por um total de 80 bilhões de euros (US$ 107 bilhões) para reforçar o capital das instituições.

No fundo de emergência, transitarão os citados 80 bilhões de euros, além de outros 20 bilhões (US$ 27 bilhões) que o Estado reserva para o caso de ser necessário aplicar parte dos avais, o que Merkel já classificou de improvável.

Ao todo são 100 bilhões de euros (US$ 134 bilhões), "valor incomensurável, necessário para salvar a economia e os cidadãos, e não os interesses dos bancos", afirmou Merkel.

Comentários dos leitores
André Nader (7) 14/12/2009 12h51
André Nader (7) 14/12/2009 12h51
Essa medida da china em segurar a especulação imobiliária seria uma boa ideia para ser utilizada aqui em Brasília, onde a TERRACAP, empresa responsável por licitar os imóveis, ajuda os especuladores colocando os valores dos terrenos a preço de ouro o que ajuda a explicar porque o metro quadrado de Brasília está se tornando rapidamente o mais caro do BRASIL.
Isso se deve a distribuição de "PANETONES" a filiados politicos que "LAVAM" esse dinheiro comprando propriedades em nomes de terceiros ou justificando que um imóvel comprado a um ano por R$1.000,00 possa ser vendido no ano seguinte por R$3.000,00.
VERDADEIRA VERGONHA NACIONAL.
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Eduardo Giorgini (447) 14/12/2009 10h36
Eduardo Giorgini (447) 14/12/2009 10h36
Esses políticos brasileiros são vaidosos e ingenuos.
Isso significa que são facilmente compráveis por multinacionais e países ricos.
Brasil e a America Latina não é para crescer mas ser como sempre estivemos: Frágeis países em desenvolvimento que vive de espectativas, sem produção de valor agregado.
Somos meros mercados de empresas Norte-Americanas, Européias e Asiáticas.
Quem estudar nas melhores universidades do país verá que a mentalidade é formar mão de obra para os grandes, e não formar empreendedores.
Uma pena, pois o sofrido povo paga por isso, sem retorno.
E o nosso presidente tem um lado bom: Criar esperança e espectativa para os humildes, porém, sem resultados concretos.
Se o povo esta feliz, isso que importa.
[]s
Eduardo.
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Polycarpo Quaresma (43) 14/12/2009 09h09
Polycarpo Quaresma (43) 14/12/2009 09h09
Um projeto megalomanico dentro de um sistema interncional decadente com vários episodios de falência. Vão acabar vendendo as construções sor 20% do valor sem opinião
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