Suécia anuncia plano de US$ 200 bi para apoiar sistema financeiro
da France Presse
da Folha Online
O governo da Suécia apresentou nesta segunda-feira um plano de 1,5 trilhão de coroas (cerca de US$ 203 bilhões) para ajudar o sistema financeiro do país, em caso de pressões maiores provocadas pelas contrações mundiais de crédito.
"O plano de estabilidade dá ao governo um mandato para administrar problemas como a falta de liquidez ou potenciais problemas de solvência no futuro, por meio de medidas previsíveis e com a proteção dos interesses dos contribuintes", informou o governo em um comunicado.
A medida da Suécia se segue a medidas semelhantes já adotadas por outros países, tanto na Europa como em outros continentes. No total, as ajudas já oferecidas para resgatar os setores financeiros de países europeus como Alemanha, França e Reino Unido já passam de US$ 2 trilhões.
Na semana passada, a Câmara dos Deputados da Alemanha aprovou um pacote de resgate de 500 bilhões de euros (US$ 670 bilhões) preparado pelo governo para ajudar os bancos do país contra a crise financeira.
No fim de semana, o governo da Coréia do Sul anunciou uma ajuda de US$ 100 bilhões para ajudar os bancos locais a pagarem as dívidas que contraírem em moeda estrangeira. Outros US$ 30 bilhões serão liberados pelo governo como forma de reforçar as reservas dos bancos.
Na semana passada, o presidente americano, George W. Bush, anunciou um plano de compra de ações de instituições bancárias dos EUA que deve empregar até US$ 250 bilhões --recursos que fazem parte dos US$ 700 bilhões do pacote aprovado pelo Congresso americano no início deste mês.
Também na semana passada, representantes dos 15 países do Eurogrupo (que reúne ministros das Finanças dos países da zona do euro) se comprometeram a elaborar planos de apoio a seus setores financeiros e a garantir a estabilidade de bancos com problemas. O Reino Unido -- que, como a Suécia, não faz parte da zona do euro, também já lançou uma iniciativa semelhante.
Londres pôs à disposição dos bancos um fundo para facilitar os créditos em troca de as entidades permitirem ao Estado vigiar sua gestão e a remuneração de seus dirigentes. Além disso, o governo britânico se comprometeu a garantir os intercâmbios bancários para facilitar o funcionamento diário do sistema financeiro.
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Veja o que aconteceu hj com Dubai. Há outros vários.
Também acho que a palavra "quebrar"é muito forte, e de fato não deve acontecer. Aliás quem alertou sobre isso hj foi a OMC.
Tudo isso reforça o que venho escrevendo por aqui há algum tempo...tem muita gente eufórica, achando que tá tudo índo bem, que 2010 vai ser uma beleza e ao meu ver não vai ser não. Esse estória de o Brasil se achar uma ilha de prosperidade enquanto o mundo ainda estremeçe é muita arrogancia e merece cuidados extremos.
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Quando ao fundo de Dubai, só deslumbrado gosta daquele pedaço de deserto com uma torre espetada.
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Abençoado é aquí, onde fura-se um poço e encontra-se água. Nem ouro,nem diamante, nem urânio, nem nada, nada vale. Água e oxigênio, ainda temos as maiores riquezas. De quê reclamar!
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