Sarkozy propõe fundo soberano europeu contra crise
da France Presse, em Estrasburgo
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, presidente em exercício da União Européia (UE), se pronunciou nesta terça-feira em favor da criação na Europa de fundos soberanos que, coordenados, permitiriam dar "uma resposta industrial à crise" econômica.
"Peço que reflitamos sobre a oportunidade de criarmos, cada um de nós, fundos soberanos. Talvez possam ser coordenados para dar uma resposta industrial à crise", ressaltou Sarkozy no Parlamento Europeu em Estrasburgo (leste da França).
| Jacques Boissinot/AP |
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| Nicolas Sarkozy, presidente em exercício da União Européia, se pronunciou em favor da criação na Europa de fundos soberanos |
Criados por alguns governos, esses fundos de investimentos especiais servem para administrar os ativos dos Estados no exterior. Usados na Ásia e pelos países produtores de petróleo, estima-se que hoje em dia cheguem a cerca de US$ 5 trilhões.
"Conheço perfeitamente os desacordos entre alguns países, mas não posso conceber que me digam que era necessária uma resposta européia unida para a crise financeira, e não para a crise econômica", disse, ao se referir às divergências em torno do tema dentro da UE.
"Nosso dever é fazer que a Europa possa continuar construindo barcos, aviões e automóveis", concluiu.
O presidente francês voltou a mencionar sua proposta durante uma entrevista coletiva à imprensa após discurso no Parlamento, indicando que esses fundos soberanos permitiriam aos governos europeus investir em indústrias consideradas "estratégicas".
"Já temos um determinado número de grandes grupos franceses ou europeus cujos valores hoje em dia, a preço de mercado, são de um terço do que valiam há seis meses. E existem no mundo fundos soberanos com recursos consideráveis", advertiu, citando como exemplo o caso da companhia de eletricidade francesa EDF.
"Não devemos refletir durante o período de crise a utilidade de nos dotarmos de fundos soberanos que permitam defender os interesses nacionais e europeus?", questionou.
Segundo Sarkozy, esses fundos permitiriam "adquirir ativos estratégicos que estão desvalorizados, até que a crise passe e as cotações voltem a subir", momento em que será possível pôr no mercado as ações compradas.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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