Reino Unido não escapará da recessão, diz primeiro-ministro britânico
da France Presse
da Folha Online
O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, reconheceu nesta quarta-feira que o Reino Unido não escapará da recessão.
"Depois de ter adotado ações no sistema bancário, agora devemos adotar ações para enfrentar a recessão financeira mundial, que provavelmente provocará uma recessão no Reino Unido", afirmou Brown em seu discurso semanal no parlamento.
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Ontem, o presidente do Banco da Inglaterra (BC britânico), Mervyn King, reconheceu pela primeira vez que o Reino Unido deve entrar em recessão devido à atual crise financeira. "Agora parece provável que a economia do Reino Unido esteja entrando em uma recessão", afirmou.
O presidente do banco central britânico admitiu a probabilidade de que o país entre em recessão, após garantir que a conjunção de uma redução na disponibilidade creditícia e uma queda na renda disponível das famílias aumenta o risco de uma baixa "pronunciada e prolongada" da demanda interna.
O PIB (Produto Interno Bruto) do Reino Unido não registrou no segundo trimestre nenhum crescimento em comparação aos três primeiros meses do ano; nesta sexta-feira (24) serão divulgados os dados provisórios correspondentes ao terceiro trimestre.
A estagnação elevou o temor de que o Reino Unido entrasse finalmente em recessão, que se define como dois trimestres consecutivos com crescimento negativo.
O Niesr (Instituto Nacional de Pesquisa Econômica e Social, na sigla em inglês) previu nesta quarta-feira que a economia do Reino Unido terá terá um recuo de 0,9% em 2009 --o que seria o primeiro ano completo de recessão desde 1991--, com uma queda generalizada do consumo e do investimento.
King disse que ainda passará um tempo até que o plano de recapitalização leve os bancos a recuperar os níveis normais de empréstimo à economia real. No entanto, afirmou que, por 'normal', não se refere às condições existentes antes de agosto de 2007, quando começou a atual crise financeira devido às hipotecas 'subprime" (de maior risco) nos Estados Unidos.
Na Europa, a França e a Irlanda já entraram em recessão. Ontem, o FMI (Fundo Monetário Internacional) informou que que a Europa caminha para uma "recessão leve" nos próximos meses por causa da crise financeira global, mas deve começar a se recuperar na segunda metade de 2009.
De acordo com o documento divulgado nesta segunda-feira, o crescimento do PIB dos países que adotam o euro como moeda oficial deve ficar em 1,3% neste ano e cair para 0,2% em 2009. Em 2007, o crescimento foi de 2,6%.
Nas economias emergentes da Europa, que vêm registrando um aumento maior do PIB do que países desenvolvidos do continente, a crise também deve provocar uma desaceleração, alerta o FMI. Um exemplo é a República Checa, que teve um crescimento de 6,6% em 2007. A previsão do Fundo é que o país cresça agora 4% neste ano e 3,4% no ano que vem.


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Ô Bama! Você não aprende mesmo né?
Tá achando que ainda está em um daqueles palanques da campanha, quando a platéia aplaudia o tempo todo?
Aos poucos, está aprendendo que o buraco é mais embaixo.
Foi á China, fazer média com os comunistas escravagistas e tomou uma raquetada, ao acusarem os EUA de protecionistas.
O detalhe aí, é que NINGUÉM no mundo é mais protecionista que República Popular da China.
Aposto que Obama ouviu á tudo calado, e saiu de fininho, como está sendo até agora, sua "marca" registrada...
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Fica o registro. E nem precisa da palavra do Meireles.
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