Era impossível salvar o banco Lehman Brothers, diz Paulson
da France Presse
O secretário norte-americano do Tesouro, Henry Paulson, defendeu sua polêmica decisão de não evitar a quebra do banco Lehman Brothers, em declarações ao jornal "The New York Times" ("NYT").
"Não tínhamos os poderes" necessários para salvá-lo da falência, ressaltou Paulson em uma longa entrevista divulgada na edição eletrônica do diário.
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A lei exige do Federal Reserve (Fed, o BC americano) que as instituições que precisam de sua ajuda apresentem a quantidade suficiente de ativos como garantia para seus empréstimos. E não era o caso, explicou.
"Se alguém pensa que Hank Paulson teria conseguido fazer que o Fed salvasse o Lehman Brothers, a resposta é: 'Absolutamente não'", acrescentou o secretário do Tesouro.
Banqueiros citados pelo "NYT" disseram que não se lembravam de que Paulson tivesse mencionado em sua presença o problema da má qualidade dos ativos do Lehman Brothers.
"Sentia-me como Butch Cassidy e Sundance Kid: 'Quem são esses tipos que não me deixam em paz?'", se defendeu Paulson, referindo-se à última frase de dois famosos criminosos do início do século 20.
Um dia depois de o Lehman Brothers ter apresentado seu balanço crítico, as autoridades norte-americanas aprovaram US$ 85 bilhões de empréstimo para a seguradora AIG, com o objetivo de evitar que tivesse o mesmo destino.
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Isso se deve a distribuição de "PANETONES" a filiados politicos que "LAVAM" esse dinheiro comprando propriedades em nomes de terceiros ou justificando que um imóvel comprado a um ano por R$1.000,00 possa ser vendido no ano seguinte por R$3.000,00.
VERDADEIRA VERGONHA NACIONAL.
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Isso significa que são facilmente compráveis por multinacionais e países ricos.
Brasil e a America Latina não é para crescer mas ser como sempre estivemos: Frágeis países em desenvolvimento que vive de espectativas, sem produção de valor agregado.
Somos meros mercados de empresas Norte-Americanas, Européias e Asiáticas.
Quem estudar nas melhores universidades do país verá que a mentalidade é formar mão de obra para os grandes, e não formar empreendedores.
Uma pena, pois o sofrido povo paga por isso, sem retorno.
E o nosso presidente tem um lado bom: Criar esperança e espectativa para os humildes, porém, sem resultados concretos.
Se o povo esta feliz, isso que importa.
[]s
Eduardo.
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