AIG já utilizou 75% do empréstimo de resgate do Fed
da France Presse
A seguradora AIG (American International Group) já utilizou até agora 75% do empréstimo de resgate de US$ 123 bilhões do governo americano, informou nesta sexta-feira o diário americano "Washington Post".
Leia a cobertura completa da crise nos EUA
10 questões para entender o tremor na economia
Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA
Pouco mais de um mês que o governo interveio para salvar a AIG do colapso, o jornal citou fontes próximas ao acordo dizendo que a firma usou uma quantia significativa em duas operações em separado.
"A AIG usou US$ 90,3 bilhões da linha de crédito do Federal Reserve até ontem [quinta-feira], a maior parte destinada a pagar as más apostas feitas pela companhia para garantir investimentos hipotecários de risco de outras firmas", afirmou o jornal.
"A seguradora utilizou US$ 72 bilhões do resgate original de 85 bilhões", acrescenta a matéria, dizendo ainda que também foram utilizados US$ 18 bilhões dos US$ 38 bilhões adicionais que o Fed ofereceu em dinheiro para a realização de operações de crédito.
O jornal americano "The New York Times" informou, à época em que o empréstimo foi concedido, que a ajuda viria em troca de cerca de 80% da empresa --o que daria o controle da AIG ao governo. A ajuda do Fed "colocaria o governo em uma posição de controle em potencial de uma seguradora privada, um fato histórico, principalmente considerando que a AIG não é regulamentada diretamente pelo governo federal", destacou também à época o jornal "The Wall Street Journal".
O presidente George W. Bush manifestou seu apoio ao plano de salvar a seguradora AIG no mês passado. Para ele, a medida iria "promover a estabilidade dos mercados financeiros". Desde então, no entanto, as Bolsas no mundo todo colecionam quedas históricas, os governos de diversos países já mobilizaram cerca de US$ 3 trilhões em recursos para socorrer o setor financeiro, mas nada até agora conseguiu impedir o avanço da crise financeira. As previsões para 2009 são de recessão em diversos países, com alguma melhora ocorrendo apenas no fim do segundo semestre.
Leia mais
- Crise reduz tráfego aéreo de carga em 7,7% em relação a 2007
- PIB do Reino Unido tem primeira queda em 16 anos no 3º trimestre
- Opep vai cortar produção de petróleo em 1,5 milhão de barris
- América Latina adia projetos por causa da crise, diz "FT"
- Execuções de hipotecas aumentam 228% na Califórnia (EUA)
Especial
- Leia a cobertura completa sobre a crise dos EUA
- Navegue no melhor roteiro de cultura e diversão da internet
Livraria


Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
avalie fechar
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
avalie fechar
avalie fechar