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Dinheiro
24/10/2008 - 09h28

AIG já utilizou 75% do empréstimo de resgate do Fed

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da France Presse

A seguradora AIG (American International Group) já utilizou até agora 75% do empréstimo de resgate de US$ 123 bilhões do governo americano, informou nesta sexta-feira o diário americano "Washington Post".

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Pouco mais de um mês que o governo interveio para salvar a AIG do colapso, o jornal citou fontes próximas ao acordo dizendo que a firma usou uma quantia significativa em duas operações em separado.

"A AIG usou US$ 90,3 bilhões da linha de crédito do Federal Reserve até ontem [quinta-feira], a maior parte destinada a pagar as más apostas feitas pela companhia para garantir investimentos hipotecários de risco de outras firmas", afirmou o jornal.

"A seguradora utilizou US$ 72 bilhões do resgate original de 85 bilhões", acrescenta a matéria, dizendo ainda que também foram utilizados US$ 18 bilhões dos US$ 38 bilhões adicionais que o Fed ofereceu em dinheiro para a realização de operações de crédito.

O jornal americano "The New York Times" informou, à época em que o empréstimo foi concedido, que a ajuda viria em troca de cerca de 80% da empresa --o que daria o controle da AIG ao governo. A ajuda do Fed "colocaria o governo em uma posição de controle em potencial de uma seguradora privada, um fato histórico, principalmente considerando que a AIG não é regulamentada diretamente pelo governo federal", destacou também à época o jornal "The Wall Street Journal".

O presidente George W. Bush manifestou seu apoio ao plano de salvar a seguradora AIG no mês passado. Para ele, a medida iria "promover a estabilidade dos mercados financeiros". Desde então, no entanto, as Bolsas no mundo todo colecionam quedas históricas, os governos de diversos países já mobilizaram cerca de US$ 3 trilhões em recursos para socorrer o setor financeiro, mas nada até agora conseguiu impedir o avanço da crise financeira. As previsões para 2009 são de recessão em diversos países, com alguma melhora ocorrendo apenas no fim do segundo semestre.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (442) 04/12/2009 11h31
Eduardo Giorgini (442) 04/12/2009 11h31
Concordo!
Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
sem opinião
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celso assis (77) 03/12/2009 10h03
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
19 opiniões
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Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
A repeito da recuperação de mercados..... A dizer da econômia brasileira, no termo equilibrio, travessia, em termos econômicos um bom comparativo, uma ponte, com bons fundamentos (extrutura), tensionada, fortemente exigida, mas com capacidade para resistir, suportar "o uso" e "abusos". Com isto certamente possibilita um avanço significativo em termos econômicos, em ganhos em diversos niveis, um crecimento, uma melhoria de padrão geral, a formação de um novo conceito de solidez, de desenvolvimento como um todo. Imperativo o controle de gastos "em época eleitoral", os famosos desperdicios, as demagogias, erros, politicagem,propaganda enganosa. época que se faz nescessário ampliação de critérios, e cobranças com os gastos, em obras sem útilidade efetiva, e ou duradoura. Do história inicio de ano, época de férias.....atividades reduzidas, coisas se bem pensadas e organizadas podem dar bons resultados aos trabalhadores, empresas, consumidor, já no trimestre seguinte, cautela, controles, agilidade operacional, e de sistemas produtivos, ...... 2 opiniões
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