Banco central da Islândia pede ajuda ao BCE e ao Federal Reserve
da France Presse
da Folha Online
O banco central da Islândia pediu ajuda ao BCE (Banco Central Europeu) e ao Federal Reserve (Fed, o BC americano) para superar a crise financeira que arruinou seu setor bancário, anunciou o primeiro-ministro islandês Geir Haarde.
"O banco central enviou um pedido ao BCE, ao Fed e a bancos nórdicos na sexta-feira [24]", declarou Haarde em uma entrevista coletiva em Helsinque. Ele disse que o BC islandês ainda não recebeu uma resposta.
O banco anunciou hoje um aumento de seis pontos percentuais da taxa básica de juros, a 18% ao ano, no momento em que o país luta desesperadamente para evitar a falência. O anúncio foi feito menos de duas semanas depois do BC islandês ter reduzido a taxa de juros em 3,5 pontos, a 12%.
Afetada pela crise financeira que devastou seu sistema bancário, a moeda islandesa registra uma desvalorização de quase 40% desde o início do ano, o que encareceu muito o custo das importações.
Também na sexta-feira, o diretor-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Dominique Strauss-Kahn, anunciou que o órgão tem a intenção de emprestar US$ 2,1 bilhões à Islândia. Em comunicado, Strauss-Kahn informou que uma delegação do FMI chegou ao acordo com o governo islandês.
O crédito agora precisa ser ratificado pelo Conselho Executivo do FMI, que poderia abordar o tema no início de novembro, explicou o diretor-gerente. "O objetivo principal é apoiar os esforços da Islândia para se ajustar à crise econômica de uma forma mais ordenada e menos dolorosa", disse Strauss-Kahn.
Segundo o acordo, o FMI poria à disposição da Islândia US$ 833 milhões assim que o Conselho Executivo aprovar o pacto. O governo teria acesso ao resto do fundo de forma gradual durante os dois anos que durar o programa.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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