Confiança do consumidor nos EUA cai ao menor nível em 41 anos
da Folha Online
da Associated Press
A confiança do consumidor nos Estados Unidos caiu em outubro para o menor nível em 41 anos, com o mercado de ações em turbulência e as empresas dando início a demissões de empregados.
O Conference Bord informou nesta terça-feira que o índice de confiança do consumidor caiu para 38 pontos, abaixo do dado revisado de setembro, de 61,4 pontos, e da projeção dos analistas de 52 pontos para o indicador.
Este é nível mais baixo para o índice desde que o Conference Board começou a medir a confiança do consumidor em 1967 e o terceiro maior salto da história.
"Os consumidores estão extremamente pessimistas", disse Lynn Franco, diretor do Conference Board para o índice de Confiança do Consumidor. "Esta notícia não é boa para o varejo que estava se revitalizando para ter uma temporada de festas de fim de ano mais estimulante", disse.
Os 23,4 pontos percentuais de queda no índice entre setembro e outubro é a maior diferença desde o recuo de 36,9 pontos entre outubro de 1973 para dezembro, quando a economia lutava contra uma recessão. Então, o índice passou a ser medido a cada dois meses. O índice retrocedeu 24,3 pontos em dezembro de 1969 para fevereiro de 1970.
A Universidade de Michigan já tinha apontado queda recorde da confiança do consumidor no EUA em outubro com o agravamento da crise financeira no país. Segundo divulgou a instituição no dia 17 deste mês, o índice caiu para 57,5 pontos na leitura preliminar de outubro, ante taxa de 70,3 pontos registrada em setembro, quando o índice registrou alta inesperada. A expectativa de analistas ouvidos pela agência Reuters era de 65,5.
Com a queda, o índice ficou no menor patamar desde junho. O indicador da Universidade de Michigan começou a ser divulgado em 1952, e até hoje, o nível mais baixo tinha sido alcançado em maio de 1980, com 51,7 pontos.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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