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Dinheiro
28/10/2008 - 19h02

Investidores aproveitam pechinchas e Bolsas de NY fecham em forte alta

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da Folha Online

Apesar de novos dados que mantém o temor de recessão global devido à crise financeira, como a forte queda da confiança do consumidor nos EUA, as Bolsas americanas se mantiveram em alta durante todo o dia, e nas horas finais de negociação dispararam.

Os investidores aproveitam os preços baixos após dois dias seguidos de queda e apostaram em novo corte na taxa de juros pelo Fed (Federal Reserve, o BC americano) amanhã.

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O índice Dow Jones Industrial Average, o principal indicador da Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês), fechou em alta de 10,88%, indo para 9.065,12 pontos, enquanto o S&P 500 avançou 10,79%, para 840,51 pontos. A Bolsa Nasdaq ganhou 9,53% no indicador Nasdaq Composite, para 1.649,47 pontos.

O Dow Jones recuou cerca de 500 pontos nas duas últimas sessões, o que animou os investidores a partir para as compras. E hoje o indicador avançou cerca de 900 pontos, a segundo maior elevação da história.

Nem dados macroeconômicos ruins fizeram o mercado acionário americano mudar de rumo ao longo do pregão --e não foram poucos.

A principal deles foi a confiança do consumidor americano, que caiu em outubro ao seu menor nível em 41 anos, segundo o instituto de pesquisa Conference Board. O indicador ficou em 38 pontos, contra 61,4 pontos em setembro. Os analistas do setor esperavam que ficassem em 52 pontos.

Outra má notícia veio do setor imobiliário. O preço das casas nas 20 principais regiões metropolitanas dos Estados Unidos recuou 16,6% em agosto na comparação com o mesmo mês do ano anterior, segundo o indicador S&P/Case-Shiller, um dos de maior peso no mercado imobiliário americano. Trata-se do maior recuo anualizado que o índice, criado em 2000, já teve. Na comparação com julho de 2006, quando o indicador teve seu pico, a perda já passa dos 20%. Além disso, pelo quinto mês seguido nenhuma das 20 cidades teve alta no preço anual.

Nas notícias corporativas, o destaque ficou para a fabricante de eletrodomésticos Whirlpool, que anunciou hoje o corte de cerca de 5.000 empregos por causa da menor demanda pelos seus produtos na América do Norte e na Europa.

Dentro deste cenário, o Fomc iniciou hoje sua reunião para decidir qual será a nova taxa de juros da economia americana. A tendência é que a autoridade monetária americana anuncie amanhã mais um corte nos juros, que estão em 1,5% ao ano.

Comentários dos leitores
augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
Ano 2010 está chegando, com uma euforia nunca vista aqui no Brasil. Tudo indica um ano fabulosos em todos os aspectos e para todos. Há duas noticias no Estado de S.Paulo e Jornal da Tarde de hoje que recomendam cautela. Vejam:
O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
sem opinião
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alberto aparecido (1) 18/12/2009 19h19
alberto aparecido (1) 18/12/2009 19h19
O que nós que estamos na estrada, lutando e correndo tanto atrás de objetivos, podemos esperar desses Governos Estaduais e Federais. Temos exemplos de Venezuela, Argentina, EUA, China etc. Todos os dias jornais do Brasil e do mundo dizem a mesma coisa. O Governo Brasileiro precisa diminuir os gastos públicos e a despesa só aumenta. Judiciário ganha quanto quer. Legislativo (vergonha) ganha quanto quer(rouba quanto quer), executivo ganha quanto quer (rouba quanto quer). O Presidente Sr. Lula era contra tudo isso, antes de ser Presidente. Onde está o Lider Brasileiro, que poderá nos tirar de toda essa lama? Quem disse que a Petrobrás é nossa? Que o Pré-Sal é nosso? Mais da metade de tudo isso é dos Americanos(via Bolsa de Valores). O Governo Brasileiro vive destruindo nossos sonhos, sonho de educarmos nossos filhos, termos nossa casa própria, nosso carro de qualidade, nossa vida em família com o conforto que merecemos. Exemplo disso são as pessoas se afongando nas recentes chuvas (pois não tem como morar dignamente) e são obrigados a se espremeram e enconstas de barrancos e áreas pantanosas. A Petrobrás esfola os Brasileiros em nome da liberdade de mercado (transferindo todo o lucro para as famílias prósperas e gordas americanas). O governo Brasileiro só pensa em arrecadar, não pensa no povo. Até onde poderemos suportar toda essa carga? sem opinião
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Pedro Assis (1) 18/12/2009 17h24
Pedro Assis (1) 18/12/2009 17h24
Em relaçao ao alcool, gostaria de comentar sim, primeiro lugar deveria abastecer a demanda do nosso Pais, exportar menos, fazer o brasileiro pagar menos, se houver sobras, ai sim vender, mas nos brasileiro estamos cansado dessa politica de primeiro abastecer na fora, cada vez que abastecemos na fora, sobra menos para o mercado interno, e assim consequentemente pagamos mais, Exelentissimo SR Presidente da Republica, aqui deixo meu apelo, "Vamos olhar para o mercado interno, um otimo exemplo e o caso do alcoool, pô e nossa cana de açucar, e nossa fabricaçao, produçao toda nossa, Por que pagar mais caro.
No meu entendimento o Petrolio e principalmente o alcool com uma demanda maior e mais consumida com relaçao as pesquisa e a alma da economia, pois dependemos dele para tudo, transporte, saude, segurança, trabalho, lazer, alimentos, preços, principalmente a infraçao,etc. dependemos dele pra tudo. No entanto deve ser melhor monitorado e ate mesmo tabelado, para que nao haja abuso como esta tendo, hoje cada cidade cobra o que quer, precisamos de um controle mais energico pela parte do governo, e que este governo olhe mais para nosso mercado.
um abraço a todos leitores da folha.
Pedro Rocha
sem opinião
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