Para BC, redução de risco justifica custo da medida do compulsório
LEANDRA PERES
da Folha de S.Paulo, em Brasília
O BC defendeu a liberação adicional de recursos aos bancos como uma medida necessária para evitar o impacto da falta de liquidez sobre as instituições financeiras menores, mesmo havendo um custo fiscal.
Em resposta por e-mail, o BC respondeu: "Os custos para o Tesouro de ter uma crise de liquidez seriam substanciais. Deve-se notar que problemas sistêmicos que prejudiquem as condições gerais de liquidez aumentam o custo de captação do Tesouro Nacional.
Inversamente, a prevenção de pioras adicionais nas condições de liquidez reduz os custos de captação do Tesouro".
Para o BC, vale a pena pagar um pouco mais de juros para compensar o risco de ter uma piora na solvência dos bancos. A justificativa do BC é que o controle da quantidade de dinheiro na economia não pode ser confundida com a política fiscal.
"A liberação de compulsório para o FGC visa evitar que as restrições de liquidez enfrentadas por alguns pequenos bancos como conseqüência dos problemas externos gerem restrições adicionais de liquidez no Sistema Financeiro, que seriam prejudiciais à economia brasileira", informou o BC.
Além disso, o BC argumenta que, se fizesse esses empréstimos diretamente aos bancos, qualquer inadimplência seria coberta pelo Tesouro. Com as operações via fundo garantidor, não há risco ao governo.
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Isso se deve a distribuição de "PANETONES" a filiados politicos que "LAVAM" esse dinheiro comprando propriedades em nomes de terceiros ou justificando que um imóvel comprado a um ano por R$1.000,00 possa ser vendido no ano seguinte por R$3.000,00.
VERDADEIRA VERGONHA NACIONAL.
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Isso significa que são facilmente compráveis por multinacionais e países ricos.
Brasil e a America Latina não é para crescer mas ser como sempre estivemos: Frágeis países em desenvolvimento que vive de espectativas, sem produção de valor agregado.
Somos meros mercados de empresas Norte-Americanas, Européias e Asiáticas.
Quem estudar nas melhores universidades do país verá que a mentalidade é formar mão de obra para os grandes, e não formar empreendedores.
Uma pena, pois o sofrido povo paga por isso, sem retorno.
E o nosso presidente tem um lado bom: Criar esperança e espectativa para os humildes, porém, sem resultados concretos.
Se o povo esta feliz, isso que importa.
[]s
Eduardo.
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