Dinheiro
29/10/2008 - 10h47

UE apresentará plano de recuperação econômica em 26 de novembro

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da France Presse
da Efe

A Comissão Européia apresentará no dia 26 de novembro um plano de recuperação econômica para a União Européia (UE), anunciou nesta quarta-feira o presidente do órgão executivo da União Européia (UE), José Manuel Durão Barroso.

"Apresentaremos em 26 de novembro um plano integral de recuperação para a União Européia", afirmou Barroso em Bruxelas (Bélgica), depois de uma reunião especial da comissão para analisar a situação criada pela crise financeira e econômica.

Ele pediu que os países-membros do bloco europeu façam o possível por minimizar o impacto da crise sobre os cidadãos, lutando contra o desemprego e a perda de poder aquisitivo, e que atuem de maneira coordenada, como fizeram frente às turbulências financeiras.

Entre as medidas precisam estar o estímulo à demanda e ao emprego, assim como iniciativas para apoiar as famílias e os grupos mais atingidos pela crise.

A comissão ainda sugeriu a utilização do fundo europeu de ajuste à globalização para ajudar desempregados a voltar ao mercado de trabalho, impulsionar o investimento em infra-estruturas de transporte, energia e alta tecnologia, para criar empregos a curto prazo.

O comissário de Assuntos Econômicos e Monetários da União Européia (UE), Joaquín Almunia, lembrou que o bloco enfrenta esta crise com uma situação fiscal bastante saneada, e incentivou os países a utilizar "toda a margem de manobra" conferida pelo Pacto de Estabilidade.

Comentários dos leitores
Cara Profa. Marilia Cunha,
Muito pertinentes e oportunos seus comentários. Gostaria de reforçá-los lembrando a alguns dos Internautas que insistem em emitir comentários falaciosos e mesmo grosseiros contra o Presidente Lula, que no campo educacional Ele foi o primeiro Governante (após a redemocratização do País) que deu a atenção para o Ensino Técnico direcionando recursos para a ampliação da rede de Cefets e Etecs. Adicionalmente, que eu saiba no atual governo promove-se um dos maiores programas (se não for o maior) mundiais de conexão digital de escolas públicas (em banda larga) à Internet e implantação de laboratórios de TIC.
Enfim, tantos exemplos e nos variados campos (a mencionada educação, ciência e tecnologia, inclusão digital, valorização do servidor público, defesa, política internacional => alguém lembra do que representaria a adesão aos preceitos preconizados pela ALCA: vide Argentina de Menem) que causa-me espanto a leitura de alguns comentários.
sem opinião
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Richard Adams (16) 12/11/2009 12h08
Richard Adams (16) 12/11/2009 12h08
Srs., este forum, ou mesmo qualquer outro, serve para se expresar opiniões e não para se tentar exorcisar os outros, numa discussão para se ver quem tem razão.
O fato é que FHC deu contribuições enormes para o Brasil e deixou muita coisa nos trilhos para que o LULA viesse e colocasse a cereja no bolo. Muitas das realizações do LULA se deram porque o mundo todo vinha numa tocada forte. Nosso sistma bancário não foi criado nem fortalecido pelo LULA, e só por isso não embarcamos na onda mundial com força.
O Brasil, precisa sim, adotar uma postura mais humilde. Estamos vivendo uma sem justificativa em alguns setores que não tem razão. O lucro das nossa empresas não está refletindo a alta na bolsa na mesma proporção. O Brasil está bem, mas precisa de cautela. Muita cautela.
A coisa mais sensata que lí até agora aqui, foi chamar atenção para nossa dívida interna. Este governo está gastando horrores!!!! Olhar as reservas cambiais e se gabar disso é sim um erro grotesco e não precisa ser nenhum catedrático matemático. Minhas filhas em fase de alfabetização fariam esta conta.
Vamos deixar essa disputa de que LULA é melhor que FHC, ou que PT é melhor do que outros...ninguém é melhor do que ninguém...todo mundo erra e todo mundo acerta....nunca na história deste País houve um Presidente perfeito e nem vai existir. São todos parte de um sistema político falido, cheio de conchavos, negociatas e cocitas que estamos cansados de ver todos os dias nos noticiarios.
2 opiniões
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Zeno E. S. Munhoz (1) 12/11/2009 11h19
Zeno E. S. Munhoz (1) 12/11/2009 11h19
O câmbio brasileiro fugiu do parâmetro neutro segundo o ministro e já causa problemas na economia, diminuindo radicalmente o setor de exportações e aumentando na mesma proporção as importações. No curto prazo se continuar a política de câmbio flutuante já serão afetadas todas as contas nacionais. O câmbio deve ser pelo equilíbrio da economia e não como uma biruta a sabor dos fluxos de capitais do mercado internacional e nacional. Defasagem de 50 % significa que o desequilíbrio afeta ou expõe negativamente metade da economia nacional.
O governo deve equilibrar a economia levando em consideração os players maiores da economia mundial ou seja China e EUA e formular a sua estratégia. Uma desvalorização da moeda aos níveis adequados com cambio fixo temporarimente é a proposta. Quem teme câmbio fixo? O mal já está instalado.
sem opinião
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